Outras fontes de despesa foram as indenizações pagas a Portugal, mediadas pela Inglaterra, para garantir o reconhecimento da independência, e o custo do envolvimento brasileiro na Província Cisplatina, atual Uruguai, cujo processo de independência em relação à Espanha foi momentaneamente interrompido pela invasão de tropas a partir do Brasil, ordenada por D. João VI. A Guerra da Cisplatina, grande derrota do Imperador, resultou no estabelecimento da nação uruguaia, na antiga Banda Oriental, em 1828.
O orçamento nunca foi votado pela Assembleia Geral, como previra a Constituição de 1824, fazendo crescer a dívida pública. Movimentos populares começam a pipocar em todo o território, contra o autoritarismo de D. Pedro, que tratava o Poder Executivo como uma extensão de seu poder pessoal. Ademais, após a morte de D. João VI em Portugal, em março de 1826, D. Pedro passou a se preocupar também com a sucessão portuguesa. Inicialmente foi aclamado como D. Pedro IV de Portugal, abrindo mão do trono português por saber impossível o exercício simultâneo dos dois governos. Indicou como sucessora, em Portugal, sua filha mais velha, D. Maria da Glória. Enquanto essa fosse menor de idade, deveria exercer a regência o irmão mais novo de D. Pedro, D. Miguel, a quem casou com D. Maria da Glória. Entretanto, partidário do absolutismo, D. Miguel passou a conspirar contra a esposa e sobrinha, se recusando a obedecer a constituição estabelecida por D. Pedro, praticamente cópia, aliás, da Constituição Brasileira de 1824.