Havia pontos polêmicos, como a abolição da escravidão, sugerida pelo gabinete de José Bonifácio, o que desagradava traficantes e proprietários de escravizados, que se colocaram contra o Patriarca. A proposta de limitar os poderes do novo imperador e submetê-lo ao controle da Assembleia Geral, que também constava do projeto constitucional, gerou forte reação de D. Pedro I, que, num golpe de força, fechou a constituinte em 12 de novembro de 1823, e encarregou um grupo de sua confiança para escrever um texto constitucional, imposto no início do ano seguinte. Nele, predominava o Poder Moderador, exclusivo do imperador, que se sobrepunha ao Executivo, ao Legislativo e ao Judiciário, misturando elementos liberais, típicos daquele período, com elementos absolutistas, advindos da tradicional monarquia portuguesa.
O golpe de força gerou a reação de algumas províncias, capitaneadas por Pernambuco, no movimento constitucionalista e federalista autodenominado Conferência do Equador. A movimentação militar ordenada pelo imperador acabou por suprimir o movimento, dissolvido com extrema violência e condenação à morte da maior parte das lideranças.
No dia 29 de abril de 1826, ocorreu a primeira sessão preparatória da Câmara dos Senadores, responsável por definir as diplomações dos futuros senadores e o rito de recepção imperial. Em 6 de maio, finalmente, a nova Casa de Leis começaria sua atividade efetiva.
No ano seguinte, a Casa apresentou alguns projetos importantes relativos à naturalização de estrangeiros. Outra preocupação legislativa foi a criação de leis referentes à educação e à imprensa, aprovadas pela Assembleia Geral em 1827 e em 1830, respectivamente.