Mulheres na Redemocratização convida a um mergulho na história recente do Brasil, revelando o protagonismo feminino em um período de profundas transformações sociais e políticas. Sob a repressão da ditadura, mulheres de diferentes origens resistiram e organizaram movimentos, defendendo direitos humanos rumo à democracia. Essa trajetória coletiva de coragem, solidariedade e esperança é apresentada nesta exposição, celebrando a conquista de direitos, fruto da persistência de mulheres, muitas delas anônimas, mas igualmente importantes.
Mulheres na Redemocratização convida a um mergulho na história recente do Brasil, revelando o protagonismo feminino em um período de profundas transformações sociais e políticas. Sob a repressão da ditadura, mulheres de diferentes origens resistiram e organizaram movimentos, defendendo direitos humanos rumo à democracia. Essa trajetória coletiva de coragem, solidariedade e esperança é apresentada nesta exposição, celebrando a conquista de direitos, fruto da persistência de mulheres, muitas delas anônimas, mas igualmente importantes.
A mobilização pelo fim das perseguições políticas uniu diferentes gerações de mulheres em uma luta coletiva. Movimentos femininos organizaram abaixo-assinados, atos públicos e campanhas que resultaram na Lei da Anistia de 1979. Destaca-se a mobilização de mais de 1,3 milhão de assinaturas pelo congelamento de preços e aumento salarial, um marco da participação popular contra a política econômica da ditadura. Essas ações pavimentaram o caminho para a transição democrática e consolidaram a presença feminina na esfera pública.
MOVIMENTO FEMINISTA
DÉCADA DE 1960
A revolução dos costumes abriu caminho para o feminismo tornar-se um movimento de maior força e combatividade. As mulheres passaram a organizar-se para questionar mais profundamente sua posição na sociedade, criando as bases do diálogo com o Estado democrático.
UNIÃO BRASILEIRA DAS MÃES
RIO DE JANEIRO - 1968
O movimento surgiu da união de mães em defesa de seus filhos, estudantes perseguidos pela ditadura. Foi o marco inicial da mobilização feminina contra a violência de Estado.
MOVIMENTO FEMININO PELA ANISTIA
1975
Fundado por Therezinha Zerbini, tornou-se referência nacional na defesa da libertação de presos políticos e retorno dos exilados do período da Ditadura Militar.
A mobilização pelo fim das perseguições políticas uniu diferentes gerações de mulheres em uma luta coletiva. Movimentos femininos organizaram abaixo-assinados, atos públicos e campanhas que resultaram na Lei da Anistia de 1979. Destaca-se a mobilização de mais de 1,3 milhão de assinaturas pelo congelamento de preços e aumento salarial, um marco da participação popular contra a política econômica da ditadura. Essas ações pavimentaram o caminho para a transição democrática e consolidaram a presença feminina na esfera pública.
MOVIMENTO FEMINISTA
DÉCADA DE 1960
A revolução dos costumes abriu caminho para o feminismo tornar-se um movimento de maior força e combatividade. As mulheres passaram a organizar-se para questionar mais profundamente sua posição na sociedade, criando as bases do diálogo com o Estado democrático.
UNIÃO BRASILEIRA DAS MÃES
RIO DE JANEIRO - 1968
O movimento surgiu da união de mães em defesa de seus filhos, estudantes perseguidos pela ditadura. Foi o marco inicial da mobilização feminina contra a violência de Estado.
MOVIMENTO FEMININO PELA ANISTIA
1975
Fundado por Therezinha Zerbini, tornou-se referência nacional na defesa da libertação de presos políticos e retorno dos exilados do período da Ditadura Militar.
Palavra de Mulher
Um plenário sem banheiro feminino. Assim foram recebidas no Congresso Nacional as 26 mulheres que integraram a Assembleia Nacional Constituinte em 1987. Elas eram menos de 5% dos 559 parlamentares eleitos. Este documentário, Palavra de Mulher, reúne relatos e memórias das conquistas obtidas. Publicado na internet em 07/12/2018
Mulheres na Redemocratização
Como parte da exposição, disponibilizamos uma seleção de nomes de mulheres que tiveram papel fundamental no processo de redemocratização do país. A lista não é exaustiva, mas reúne figuras que, com coragem, articulação política e atuação social, marcaram a história recente do Brasil.
Essas trajetórias ajudam a iluminar conquistas coletivas e a reconhecer a força das mulheres na construção da democracia.
IV Seminário de
Direitos Humanos na Gestão Pública
09 de Dezembro de 2025
Auditório Antonio Carlos Magalhães Interlegis
- Assista ao vivo -
A Rede Equidade, formada por 42 instituições, promove ações conjuntas no tema da diversidade, equidade e inclusão, sendo uma delas o Seminário anual que integra o seu calendário de atividades.
Nesta edição, marcada pelos 40 anos da redemocratização do Brasil, a Rede Equidade promove o IV Seminário Direitos Humanos na Gestão Pública com a temática “Mulheres e a redemocratização do Brasil: um legado de coragem e resistência”.
Acompanhe o seminário durante o período da manhã (09h00):
Acompanhe o seminário no período da tarde (14h00):
transmissão VESPERTINAFechamento