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Relatórios por Estados

1 Comparativo Nacional de Violência contra a Mulher

1.1 Introdução

Desde 2005 o DataSenado ouve mulheres brasileiras sobre a violência doméstica e familiar, fazendo da Pesquisa Nacional de Violência contra as Mulheres a mais longa série de pesquisas de opinião sobre o tema no Brasil. O levantamento é dividido em duas partes: a primeira é sobre percepção, englobando temas como machismo, respeito à mulher, grau de conhecimento sobre os instrumentos de proteção às mulheres, entre outros; e a segunda parte contempla a vivência das brasileiras de 16 anos ou mais em relação à violência doméstica.

Na décima edição da pesquisa, o tamanho da amostra foi ampliado de forma considerável, o que permitiu, pela primeira vez, analisar-se os dados por estado e pelo Distrito Federal. Assim, o presente relatório destaca as principais diferenças encontradas entre os estados e o Distrito Federal em relação aos dados nacionais.

Ao comparar as estatísticas estaduais, a análise leva em consideração a margem de erro, calculadas com nível de confiança de 95%. Dessa forma, para afirmar que um estado tem um índice maior ou menor em relação ao restante do país, deve-se verificar se não há sobreposição de valores, considerando as margens de erro. Para melhor compreensão, vide Método da Pesquisa.

1.2 A percepção feminina no território nacional

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 46% das brasileiras acreditam que em geral as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil, e que outras 46% acreditam que as mulheres são tratadas com respeito apenas às vezes. Para a menor parte delas (7%), as mulheres são, sim, tratadas com respeito no país.

Ao analisar os dados regionais, percebe-se que a maior parte das unidades federativas apresentam opiniões semelhantes entre si e com o país como um todo. Três estados, contudo, apresentam diferenças em relação ao índice nacional: na Bahia, em Pernambuco e no Rio de Janeiro, cerca de metade das cidadãs que acreditam que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil (53%, 53% e 55% respectivamente).

Ainda que a menor parte das cidadãs acredite que as mulheres são tratadas com respeito no Brasil, é interessante notar que nos estados de Mato Grosso do Sul, Roraima, Rondônia e Santa Catarina há uma parcela um pouco maior de cidadãs que percebem o Brasil como um país que respeita as mulheres. Nesses estados, o índice sobe de 7% (patamar nacional) para 15% (Mato Grosso do Sul), 13% (Roraima) e 12% (Rondônia e Santa Catarina)1.

Alguns estados também se diferenciam em relação ao resultado nacional na percepção de que as mulheres são tratadas com respeito no Brasil apenas às vezes. Enquanto o patamar nacional é de 46%, ele é superior nos estados do Amazonas, Paraná e Rio Grande do Sul (54%) e inferior no Rio de Janeiro (40%).

Mais da metade das brasileiras (52%) apontam a rua como o lugar em que as mulheres são menos respeitadas. No estado do Rio de Janeiro esse patamar é ainda maior, chegando a 59%. Já no Rio Grande do Sul esse índice cai para 46%. Entre as demais unidades da Federação essa percepção é compartilhada de maneira estatisticamente uniforme.

Conforme apresentado no relatório nacional, para 17% das brasileiras, a família é o ambiente em que a mulher é menos respeitada, e para outros 25%, o trabalho. Na análise dos dados regionais, não se percebe diferenças estatisticamente relevantes entre as unidades federativas, exceto no estado do Rio de Janeiro, em que 12% das fluminenses consideram a família como sendo o ambiente em que a mulher é menos respeitada, patamar inferior ao nacional.

A percepção feminina majoritária é a de que o Brasil é um país muito machista. Comparando o patamar nacional (62%) com o patamar das unidades federativas, percebe-se que há variações nos índices obtidos em nove delas. Entre aquelas em que o patamar é maior que o nacional estão os estados do Rio de Janeiro (73%), de Pernambuco (72%), do Ceará (68%) e o Distrito Federal (69%). Entre os estados que apresentam índices menores que o país como um todo estão os estados do Amazonas (55%), do Rio Grande do Sul (55%), de Rondônia (54%), de Santa Catarina (53%) e de Roraima (50%). Para as demais unidades federativas a percepção de que o Brasil é um país muito machista tem valores estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional.

Para 32% das cidadãs, o Brasil é um país pouco machista. Esse índice é menor nos estados do Rio de Janeiro (21%), de Pernambuco (23%) e do Ceará (26%); maior nos estados do Paraná (38%), do Rio Grande do Sul (39%), do Amazonas (39%), de Rondônia (40%), de Santa Catarina (41%) e de Roraima (41%); e estatisticamente equivalente nas demais unidades federativas do país.

Em todo país é majoritária a percepção de que a violência doméstica aumentou nos últimos 12 meses (74%), com algumas variações nas unidades federativas. Entre as brasilienses, encontra-se o maior número de cidadãs que afirmam que a violência doméstica aumentou (84%) e, entre as gaúchas, o menor número (62%). Entre esses dois polos, estão Goiás (80%), Rio de Janeiro (80%), Paraíba (80%), Maranhão (80%), Bahia (81%), Roraima (64%), Santa Catarina (66%), Rio Grande do sul (62%) e as demais unidades federativas, cujos patamares são estatisticamente equivalentes ao nacional.

1.3 Os instrumentos de proteção às mulheres

Menos de um quarto das brasileiras (24%) afirmam conhecer muito sobre a Lei Maria da Penha. Esse patamar é superado no Distrito Federal (33%), mas é inferior nos estados do Piauí (17%), do Maranhão (17%), do Amazonas (17%), da Paraíba (19%) e do Pará (19%).

Cerca de metade das brasileiras acreditam que a Lei Maria da Penha protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar (51%), patamar estatisticamente equivalente entre as unidades federativas do país. Comparando-se os resultados das mulheres que acham que a lei protege sim contra a violência doméstica, percebe-se que no topo das que mais acreditam na eficácia da lei, estão as amazonenses (45%), as piauienses (42%), as paraenses (41%), as maranhenses (39%), as alagoanas (38%), as tocantinenses (36%), as gaúchas (36%), e as acreanas (35%). Já as mulheres do Distrito Federal (22%) e dos estados do Rio de Janeiro (23%) e de São Paulo (23%) estão entre as mais céticas em relação a lei.

Em relação ao grau de conhecimento sobre os serviços que integram a rede de proteção à mulher, nota-se um equilíbrio entre as unidades federativas brasileiras, com algumas exceções. A delegacia da Mulher é conhecida por 95% das brasileiras, mas no estado do Amapá esse índice cresce para 99%. A Defensoria Pública é conhecida por 87% das brasileiras, mas nos estados do Amapá (95%) e do Tocantins (96%) os índices ultrapassam os resultados nacionais. A Casa da Mulher Brasileira, por sua vez, é conhecida por 38% na pesquisa nacional, mas entre as sul-mato-grossenses, esse patamar sobe para 66%.

Pela primeira vez o DataSenado investigou sobre o tema medida protetiva. Verificou-se que 16% das brasileiras afirmam conhecer muito sobre esse importante instrumento legal, patamar que se mantém em todo território nacional, considerando as margens de erro. As exceções são o Pará, Amazonas, Sergipe e Maranhão, estados com menor percentual de cidadãs que afirmam o mesmo.

1.4 A violência doméstica

O levantamento nacional mostra que 68% das brasileiras tem uma amiga, familiar ou conhecida que já sofreu violência doméstica. Esse índice é ainda maior entre as tocantinenses (75%), acreanas (74%) e amazonenses (74%).

Quanto ao tipo de violência sofrida pela pessoa conhecida, a mais predominante é a violência física, reportada por 89% das brasileiras. Entre as amazonenses e as baianas esse patamar chega a 93%. Nas demais unidades federativas, o índice é estatisticamente equivalente ao nacional.

A décima edição da pesquisa DataSenado mostra que 30% das brasileiras já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por homem. Em geral, esse patamar permanece o mesmo, considerando as margens de erro, em todo território nacional. Nos estados do Rio de Janeiro (36%), de Rondônia (37%) e do Amazonas (38%), contudo, observam-se os maiores índices de mulheres que declaram ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por homem.

Quanto ao vínculo do agressor com a vítima à época da agressão, 52% das brasileiras que já sofreram violência doméstica ou familiar praticada por um homem afirmam que ele era marido ou companheiro na época da agressão. No Piauí esse patamar sobe para 68%.

A pesquisa levantou também o número de mulheres que declaram ter solicitado medida protetiva para a sua segurança. O índice nacional é de 27% e se mantém em todo o território nacional. As gaúchas são as que mais declaram ter solicitado medida protetiva e alcançam o patamar de 41%.

1.5 Índices de subnotificação

A pesquisa buscou investigar se a incidência de violência doméstica pode estar subestimada. Para tanto, os dados foram analisados sob dois aspectos: o da proporção de mulheres agredidas que afirmam terem feito denúncias policiais e o do grau de percepção delas sobre as violências vividas.

Para o cálculo da subnotificação policial, verificou-se quantas mulheres declararam já ter sofrido algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem nos últimos 12 meses e quantificou-se, dentre essas, as que afirmaram ter denunciado e as que afirmaram não ter denunciado na delegacia da Mulher e/ou na delegacia comum. Nessa análise, percebe-se que 61% das brasileiras agredidas nos últimos 12 meses não notificaram a autoridade policial.

Esse índice não sera relatado a nível estadual e distrital, por apresentar margens de erro locais superiores ou iguais a 10%, o que afeta de forma comprometedora a precisão das estimativas, não sendo aconselhável seu uso para tomadas de decisões e inferências populacionais. Para mais informações vide Método da Pesquisa.

Neste relatório diferencia-se violência percebida de violência vivida. Considera-se que ocorreu violência percebida quando a entrevistada declara já ter sofrido algum tipo de violência doméstica ou familiar, de forma geral. De forma complementar, considera-se que ocorreu violência vivida quando a entrevistada declara que já passou por pelo menos uma dentre 13 situações específicas e objetivas de violência listadas na entrevista (como por exemplo, insultos, humilhações, dentre outras).

Para compreender a diferença entre a violência vivida e a violência percebida, verificou-se quantas mulheres declararam não ter sofrido algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem em algum momento da vida e cruzou-se com as que afirmam já ter vivido, nos últimos 12 meses, alguma das 13 situações listadas na pesquisa.

Nesse cruzamento percebe-se que pelo menos 48% das brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar, ainda que nem todas tenham reconhecido, a princípio, que a situação pela qual passaram nos últimos 12 meses possa ser enquadrada como violência doméstica ou familiar.

Ao se comparar os resultados nacionais com os estaduais, percebe-se que os valores encontrados para as mulheres que declararam não ter sofrido violência doméstica ou familiar em algum momento da vida, mas que afirmam ter vivenciado, nos últimos 12 meses, pelo menos uma das 13 situações listadas pela pesquisa são estatisticamente equivalentes em quase todos os estados e no Distrito Federal. As duas únicas exceções são o Paraná, em que há o menor índice (12%) e no Acre, onde há o maior índice (21%).

É importante notar que nos estados do Amazonas (57%), do Amapá (56%), de Rondônia (55%) e do Acre (54%), quando somadas as mulheres que declaram ter sofrido violência doméstica em algum momento da vida com as que, apesar de não declararem ter sofrido violência, afirmam ter vivenciado, nos últimos 12 meses, pelo menos uma das 13 situações listadas na pesquisa, encontram-se patamares ainda maiores que os nacionais.

Para acessar o relatório contendo as tabelas comparativas entre as unidades da Federação e o Brasil, clique aqui.

2 Região Norte

2.1 Acre

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 32% das mulheres do Acre já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 25% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

É interessante notar, contudo, que, em relação ao índice nacional, as acreanas representam o maior número de mulheres que afirmam ter alguma amiga, familiar ou conhecida que já sofreu violência doméstica ou familiar. Cerca de 74% das acreanas conhecem alguma mulher que sofreu violência doméstica, enquanto no Brasil esse número é de 68%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Acre, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

2.1.1 Percepção das mulheres do Acre

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 47% das cidadãs do Acre consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as acreanas consideram o Brasil um país muito machista (62%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (78%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 68% das mulheres do Acre conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 42% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs acreanas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 94% delas.

De acordo com a pesquisa, 69% das mulheres do Acre afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

2.1.2 A experiência das mulheres do Acre sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Acre, 74% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (91%), a psicológica (84%) e a moral (74%).

A pesquisa mostra que 32% das mulheres do Acre declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 25% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 86% das mulheres do Acre que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (71%) e moral (70%).

Entre as mulheres agredidas do Acre, 32% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 80% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Acre, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 35%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

2.1.3 Perfil da população feminina do Acre

A população feminina do Acre com 16 anos ou mais é composta por 83% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 17% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 69% das acreanas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 17% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 6% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 47% das mulheres do Acre possuem somente o ensino fundamental, 36% o ensino médio e 17% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

2.2 Amapá

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 35% das mulheres do Amapá já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 21% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que boa parte das vítimas do estado do Amapá, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 41%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Amapá, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

2.2.1 Percepção das mulheres do Amapá

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 53% das cidadãs do Amapá consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as amapaenses consideram o Brasil um país muito machista (61%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (72%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 69% das mulheres do Amapá conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 55% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs amapaenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 99% delas.

De acordo com a pesquisa, 72% das mulheres do Amapá afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

2.2.2 A experiência das mulheres do Amapá sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Amapá, 74% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (91%), a psicológica (89%) e a moral (85%).

A pesquisa mostra que 35% das mulheres do Amapá declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 21% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 87% das mulheres do Amapá que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (78%) e física (77%).

Entre as mulheres agredidas do Amapá, 31% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 82% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Amapá, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 41%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

2.2.3 Perfil da população feminina do Amapá

A população feminina do Amapá com 16 anos ou mais é composta por 83% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 17% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 64% das amapaenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 20% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 9% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 37% das mulheres do Amapá possuem somente o ensino fundamental, 41% o ensino médio e 22% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

2.3 Amazonas

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 38% das mulheres do Amazonas já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Patamar superior ao encontrado na pesquisa nacional (30%), mesmo considerando as margens de erro.

Também é maior, no estado do Amazonas, o número de mulheres que afirmam ter uma amiga, familiar ou conhecida que já sofreu violência doméstica. Enquanto o índice nacional é de 68%, entre as amazonenses chega a 74%.

É importante notar ainda que entre as mulheres do estado do Amazonas é menor o número de cidadãs que declaram conhecer muito a Lei Maria da Penha (17%) quando comparadas às brasileiras como um todo (24%).

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Amazonas, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

2.3.1 Percepção das mulheres do Amazonas

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 54% das cidadãs do Amazonas consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as amazonenses consideram o Brasil um país muito machista (55%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (78%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 74% das mulheres do Amazonas conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 45% delas a lei protege sim as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs amazonenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 94% delas.

De acordo com a pesquisa, 73% das mulheres do Amazonas afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

2.3.2 A experiência das mulheres do Amazonas sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Amazonas, 74% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (93%), a psicológica (87%) e a moral (79%).

A pesquisa mostra que 38% das mulheres do Amazonas declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 32% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 87% das mulheres do Amazonas que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (78%) e física (78%).

Entre as mulheres agredidas do Amazonas, 29% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 83% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Amazonas, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 42%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

2.3.3 Perfil da população feminina do Amazonas

A população feminina do Amazonas com 16 anos ou mais é composta por 83% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 17% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 69% das amazonenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 18% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 6% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 40% das mulheres do Amazonas possuem somente o ensino fundamental, 44% o ensino médio e 15% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

2.4 Pará

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 32% das mulheres do Pará já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 18% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que 16% das brasileiras afirmam conhecer muito sobre medida protetiva, patamar que se mantém em todo território nacional, considerando as margens de erro. A única exceção é o Pará, estado com o menor número de cidadãs que afirmam o mesmo (11%).

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Pará, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

2.4.1 Percepção das mulheres do Pará

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 48% das cidadãs do Pará consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as paraenses consideram o Brasil um país muito machista (64%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (74%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 74% das mulheres do Pará conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 44% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs paraenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 95% delas.

De acordo com a pesquisa, 70% das mulheres do Pará afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

2.4.2 A experiência das mulheres do Pará sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Pará, 73% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (88%), a psicológica (86%) e a moral (82%).

A pesquisa mostra que 32% das mulheres do Pará declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 18% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 83% das mulheres do Pará que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (77%) e física (73%).

Entre as mulheres agredidas do Pará, 30% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 77% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Pará, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 35%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

2.4.3 Perfil da população feminina do Pará

A população feminina do Pará com 16 anos ou mais é composta por 81% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 19% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 72% das paraenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 14% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 6% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 49% das mulheres do Pará possuem somente o ensino fundamental, 38% o ensino médio e 13% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

2.5 Rondônia

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 37% das mulheres de Rondônia já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Patamar superior ao encontrado na pesquisa nacional (30%), mesmo considerando as margens de erro.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do estado de Rondônia, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 37%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Rondônia, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

2.5.1 Percepção das mulheres de Rondônia

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 49% das cidadãs de Rondônia consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as rondonienses consideram o Brasil um país muito machista (54%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (69%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 70% das mulheres de Rondônia conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 47% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs rondonienses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 93% delas.

De acordo com a pesquisa, 70% das mulheres de Rondônia afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

2.5.2 A experiência das mulheres de Rondônia sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Rondônia, 73% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (89%), a psicológica (85%) e a moral (79%).

A pesquisa mostra que 37% das mulheres de Rondônia declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 23% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 88% das mulheres de Rondônia que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (79%) e moral (78%).

Entre as mulheres agredidas de Rondônia, 27% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 90% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Rondônia, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 37%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

2.5.3 Perfil da população feminina de Rondônia

A população feminina de Rondônia com 16 anos ou mais é composta por 68% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 32% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 63% das rondonienses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 22% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 8% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 49% das mulheres de Rondônia possuem somente o ensino fundamental, 35% o ensino médio e 17% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

2.6 Roraima

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 28% das mulheres de Roraima já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 24% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

A pesquisa mostra diferenças nos resultados encontrados nesse estado em relação ao país como um todo na percepção sobre respeito, machismo e aumento na violência doméstica nos últimos 12 meses. Um exemplo é de que 62% das brasileiras consideram o Brasil um país muito machista, já em Roraima esse patamar cai para 50%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Roraima, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

2.6.1 Percepção das mulheres de Roraima

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 52% das cidadãs de Roraima consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as roraimenses consideram o Brasil um país muito machista (50%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (64%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 71% das mulheres de Roraima conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 49% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs roraimenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela Defensoria Pública, conhecidos por 90% delas.

De acordo com a pesquisa, 70% das mulheres de Roraima afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

2.6.2 A experiência das mulheres de Roraima sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Roraima, 73% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (90%), a psicológica (84%) e a moral (79%).

A pesquisa mostra que 28% das mulheres de Roraima declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 24% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 83% das mulheres de Roraima que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (77%) e moral (66%).

Entre as mulheres agredidas de Roraima, 24% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 85% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Roraima, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 32%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

2.6.3 Perfil da população feminina de Roraima

A população feminina de Roraima com 16 anos ou mais é composta por 79% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 21% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 62% das roraimenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 25% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 5% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 34% das mulheres de Roraima possuem somente o ensino fundamental, 47% o ensino médio e 19% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

2.7 Tocantins

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 33% das mulheres do Tocantins já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 24% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que 95% das brasileiras conhecem a delegacia da Mulher, patamar que é ainda maior no estado do Tocantins (93%).

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Tocantins, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

2.7.1 Percepção das mulheres do Tocantins

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 46% das cidadãs do Tocantins consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as tocantinenses consideram o Brasil um país muito machista (62%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (76%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 65% das mulheres do Tocantins conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 43% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs tocantinenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela Defensoria Pública, conhecidos por 96% delas.

De acordo com a pesquisa, 68% das mulheres do Tocantins afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

2.7.2 A experiência das mulheres do Tocantins sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Tocantins, 75% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (91%), a psicológica (82%) e a moral (78%).

A pesquisa mostra que 33% das mulheres do Tocantins declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 24% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 87% das mulheres do Tocantins que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (79%) e moral (77%).

Entre as mulheres agredidas do Tocantins, 36% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 80% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Tocantins, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 32%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

2.7.3 Perfil da população feminina do Tocantins

A população feminina do Tocantins com 16 anos ou mais é composta por 78% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 22% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 60% das tocantinenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 22% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 9% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 42% das mulheres do Tocantins possuem somente o ensino fundamental, 38% o ensino médio e 20% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

3 Região Nordeste

3.1 Alagoas

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 27% das mulheres de Alagoas já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 28% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

A pesquisa mostra também que 29% das brasileiras acreditam que a Lei Maria da Penha protege as mulheres contra a violência doméstica e familiar. Comparando-se os resultados estaduais, percebe-se que entre as alagoanas o nível de confiança na eficácia da lei é ainda maior que o nacional, já que entre elas esse índice sobre para 38%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Alagoas, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

3.1.1 Percepção das mulheres de Alagoas

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 46% das cidadãs de Alagoas consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as alagoanas consideram o Brasil um país muito machista (66%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (75%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 68% das mulheres de Alagoas conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 44% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs alagoanas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 94% delas.

De acordo com a pesquisa, 70% das mulheres de Alagoas afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

3.1.2 A experiência das mulheres de Alagoas sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Alagoas, 72% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (90%), a moral (80%) e a psicológica (79%).

A pesquisa mostra que 27% das mulheres de Alagoas declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 28% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 81% das mulheres de Alagoas que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (79%) e moral (78%).

Entre as mulheres agredidas de Alagoas, 29% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 79% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Alagoas, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 34%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

3.1.3 Perfil da população feminina de Alagoas

A população feminina de Alagoas com 16 anos ou mais é composta por 72% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 28% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 72% das alagoanas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 14% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 6% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 53% das mulheres de Alagoas possuem somente o ensino fundamental, 34% o ensino médio e 13% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

3.2 Bahia

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 27% das mulheres da Bahia já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 23% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que em todo país é majoritária a percepção de que a violência doméstica aumentou nos últimos 12 meses (74%). Entre as baianas, um número ainda maior de cidadãs percebem o mesmo (81%). Em relação ao tratamento recebido pelas mulheres no país, 53% das baianas acreditam que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil. Esse patamar é superior aos 46% encontrados na pesquisa nacional, mesmo considerando as margens de erro.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas da Bahia, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

3.2.1 Percepção das mulheres da Bahia

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 53% das cidadãs da Bahia consideram que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as baianas consideram o Brasil um país muito machista (67%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (81%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 64% das mulheres da Bahia conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 47% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs baianas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 94% delas.

De acordo com a pesquisa, 70% das mulheres da Bahia afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

3.2.2 A experiência das mulheres da Bahia sobre violência doméstica

Entre as mulheres da Bahia, 65% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (93%), a moral (84%) e a psicológica (81%).

A pesquisa mostra que 27% das mulheres da Bahia declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 23% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 91% das mulheres da Bahia que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (76%) e física (75%).

Entre as mulheres agredidas da Bahia, 25% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 80% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas da Bahia, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 34%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

3.2.3 Perfil da população feminina da Bahia

A população feminina da Bahia com 16 anos ou mais é composta por 80% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 20% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 71% das baianas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 13% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 5% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 49% das mulheres da Bahia possuem somente o ensino fundamental, 38% o ensino médio e 12% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

3.3 Ceará

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 29% das mulheres do Ceará já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 24% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que, em todo país, é majoritária a percepção de que o Brasil é um país muito machista (62%). Entre as cearenses, um número ainda maior de cidadãs percebem o mesmo (68%).

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Ceará, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

3.3.1 Percepção das mulheres do Ceará

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 50% das cidadãs do Ceará consideram que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as cearenses consideram o Brasil um país muito machista (68%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (76%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 71% das mulheres do Ceará conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 46% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs cearenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 94% delas.

De acordo com a pesquisa, 71% das mulheres do Ceará afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

3.3.2 A experiência das mulheres do Ceará sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Ceará, 67% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (86%), a moral (82%) e a psicológica (81%).

A pesquisa mostra que 29% das mulheres do Ceará declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 24% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 86% das mulheres do Ceará que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (76%) e física (72%).

Entre as mulheres agredidas do Ceará, 26% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 73% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Ceará, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 34%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

3.3.3 Perfil da população feminina do Ceará

A população feminina do Ceará com 16 anos ou mais é composta por 72% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 28% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 69% das cearenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 15% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 6% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 50% das mulheres do Ceará possuem somente o ensino fundamental, 36% o ensino médio e 13% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

3.4 Maranhão

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 25% das mulheres do Maranhão já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 27% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que em todo país é majoritária a percepção de que a violência doméstica aumentou nos últimos 12 meses (74%). Entre as maranhenses, um número ainda maior de cidadãs percebem o mesmo (80%). Em relação ao nível de conhecimento sobre a Lei Maria da Penha, 17% das mulheres do Maranhão afirmam conhecer muito sobre a lei. Esse patamar é inferior aos 24% encontrados na pesquisa nacional, mesmo considerando as margens de erro.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Maranhão, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

3.4.1 Percepção das mulheres do Maranhão

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 50% das cidadãs do Maranhão consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as maranhenses consideram o Brasil um país muito machista (67%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (80%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 72% das mulheres do Maranhão conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 43% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs maranhenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 94% delas.

De acordo com a pesquisa, 67% das mulheres do Maranhão afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

3.4.2 A experiência das mulheres do Maranhão sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Maranhão, 66% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (92%), a psicológica (82%) e a moral (80%).

A pesquisa mostra que 25% das mulheres do Maranhão declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 27% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 78% das mulheres do Maranhão que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (75%) e moral (75%).

Entre as mulheres agredidas do Maranhão, 26% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 76% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Maranhão, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 34%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

3.4.3 Perfil da população feminina do Maranhão

A população feminina do Maranhão com 16 anos ou mais é composta por 81% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 19% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 71% das maranhenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 16% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 4% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 50% das mulheres do Maranhão possuem somente o ensino fundamental, 37% o ensino médio e 13% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

3.5 Paraíba

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 27% das mulheres da Paraíba já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 20% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que em todo país é majoritária a percepção de que a violência doméstica aumentou nos últimos 12 meses (74%). Entre as paraibanas, um número ainda maior de cidadãs percebem o mesmo (80%). Em relação ao nível de conhecimento sobre a Lei Maria da Penha, 19% das mulheres da Paraíba afirmam conhecer muito sobre a lei. Esse patamar é inferior aos 24% encontrados na pesquisa nacional, mesmo considerando as margens de erro.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas da Paraíba, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

3.5.1 Percepção das mulheres da Paraíba

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 47% das cidadãs da Paraíba consideram que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as paraibanas consideram o Brasil um país muito machista (67%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (80%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 69% das mulheres da Paraíba conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 46% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs paraibanas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 92% delas.

De acordo com a pesquisa, 73% das mulheres da Paraíba afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

3.5.2 A experiência das mulheres da Paraíba sobre violência doméstica

Entre as mulheres da Paraíba, 63% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência psicológica (86%), a física (85%) e a moral (83%).

A pesquisa mostra que 27% das mulheres da Paraíba declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 20% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 87% das mulheres da Paraíba que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (77%) e física (75%).

Entre as mulheres agredidas da Paraíba, 30% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 85% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas da Paraíba, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 36%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

3.5.3 Perfil da população feminina da Paraíba

A população feminina da Paraíba com 16 anos ou mais é composta por 66% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 34% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 72% das paraibanas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 14% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 6% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 53% das mulheres da Paraíba possuem somente o ensino fundamental, 33% o ensino médio e 13% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

3.6 Pernambuco

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 31% das mulheres de Pernambuco já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 20% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento avalia também a percepção das mulheres sobre equidade. Percebe-se que para 62% das brasileiras como um todo, o Brasil é um país muito machista e para 46% a percepção é de que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil. Esses índices são maiores no estado de Pernambuco, mesmo considerando as margens de erro, onde atingem o patamar de 72% e 53%, respectivamente.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Pernambuco, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

3.6.1 Percepção das mulheres de Pernambuco

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 53% das cidadãs de Pernambuco consideram que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as pernambucanas consideram o Brasil um país muito machista (72%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (77%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 69% das mulheres de Pernambuco conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 47% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs pernambucanas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 95% delas.

De acordo com a pesquisa, 69% das mulheres de Pernambuco afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

3.6.2 A experiência das mulheres de Pernambuco sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Pernambuco, 72% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (88%), a psicológica (85%) e a moral (80%).

A pesquisa mostra que 31% das mulheres de Pernambuco declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 20% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 91% das mulheres de Pernambuco que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (83%) e física (77%).

Entre as mulheres agredidas de Pernambuco, 32% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 84% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Pernambuco, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 34%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

3.6.3 Perfil da população feminina de Pernambuco

A população feminina de Pernambuco com 16 anos ou mais é composta por 65% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 35% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 72% das pernambucanas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 14% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 6% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 47% das mulheres de Pernambuco possuem somente o ensino fundamental, 39% o ensino médio e 14% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

3.7 Piauí

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 25% das mulheres do Piauí já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 28% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

Quanto ao vínculo do agressor com a vítima à época da agressão, 52% das brasileiras que já sofreram violência doméstica ou familiar praticada por um homem afirmam que ele era marido ou companheiro na época da agressão. No Piauí esse patamar sobe para 68%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Piauí, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

3.7.1 Percepção das mulheres do Piauí

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 49% das cidadãs do Piauí consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as piauienses consideram o Brasil um país muito machista (65%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (73%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 72% das mulheres do Piauí conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 42% delas a lei protege sim as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs piauienses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 93% delas.

De acordo com a pesquisa, 71% das mulheres do Piauí afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

3.7.2 A experiência das mulheres do Piauí sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Piauí, 66% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (89%), a psicológica (84%) e a moral (83%).

A pesquisa mostra que 25% das mulheres do Piauí declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 28% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 86% das mulheres do Piauí que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (76%) e física (73%).

Entre as mulheres agredidas do Piauí, 25% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 80% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Piauí, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 33%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

3.7.3 Perfil da população feminina do Piauí

A população feminina do Piauí com 16 anos ou mais é composta por 79% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 21% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 69% das piauienses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 14% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 5% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 51% das mulheres do Piauí possuem somente o ensino fundamental, 34% o ensino médio e 16% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

3.8 Rio Grande do Norte

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 29% das mulheres do Rio Grande do Norte já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 21% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que boa parte das vítimas do estado do Rio Grande do Norte, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 40%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Rio Grande do Norte, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

3.8.1 Percepção das mulheres do Rio Grande do Norte

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 51% das cidadãs do Rio Grande do Norte consideram que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as potiguares consideram o Brasil um país muito machista (67%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (79%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 67% das mulheres do Rio Grande do Norte conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 45% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs potiguares, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 94% delas.

De acordo com a pesquisa, 67% das mulheres do Rio Grande do Norte afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

3.8.2 A experiência das mulheres do Rio Grande do Norte sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Rio Grande do Norte, 69% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (88%), a psicológica (85%) e a moral (82%).

A pesquisa mostra que 29% das mulheres do Rio Grande do Norte declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 21% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 89% das mulheres do Rio Grande do Norte que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (82%) e moral (81%).

Entre as mulheres agredidas do Rio Grande do Norte, 37% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 79% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Rio Grande do Norte, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 40%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

3.8.3 Perfil da população feminina do Rio Grande do Norte

A população feminina do Rio Grande do Norte com 16 anos ou mais é composta por 63% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 37% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 68% das potiguares vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 14% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 6% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 50% das mulheres do Rio Grande do Norte possuem somente o ensino fundamental, 35% o ensino médio e 15% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

3.9 Sergipe

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 26% das mulheres de Sergipe já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 18% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do estado de Sergipe, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 29%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Sergipe, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

3.9.1 Percepção das mulheres de Sergipe

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 48% das cidadãs de Sergipe consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as sergipanas consideram o Brasil um país muito machista (67%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (73%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 70% das mulheres de Sergipe conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 48% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs sergipanas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 95% delas.

De acordo com a pesquisa, 73% das mulheres de Sergipe afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

3.9.2 A experiência das mulheres de Sergipe sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Sergipe, 71% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (87%), a moral (85%) e a psicológica (83%).

A pesquisa mostra que 26% das mulheres de Sergipe declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 18% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 89% das mulheres de Sergipe que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (85%) e física (69%).

Entre as mulheres agredidas de Sergipe, 32% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 78% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Sergipe, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 29%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

3.9.3 Perfil da população feminina de Sergipe

A população feminina de Sergipe com 16 anos ou mais é composta por 76% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 24% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 73% das sergipanas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 13% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 4% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 51% das mulheres de Sergipe possuem somente o ensino fundamental, 33% o ensino médio e 16% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

4 Região Sudeste

4.1 Espírito Santo

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 29% das mulheres do Espírito Santo já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 23% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do estado do Espírito Santo, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 37%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Espírito Santo, da Região Sudeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

4.1.1 Percepção das mulheres do Espírito Santo

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 48% das cidadãs do Espírito Santo consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as capixabas consideram o Brasil um país muito machista (61%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (78%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 65% das mulheres do Espírito Santo conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 53% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs capixabas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 94% delas.

De acordo com a pesquisa, 66% das mulheres do Espírito Santo afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

4.1.2 A experiência das mulheres do Espírito Santo sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Espírito Santo, 69% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (89%), a psicológica (85%) e a moral (84%).

A pesquisa mostra que 29% das mulheres do Espírito Santo declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 23% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 91% das mulheres do Espírito Santo que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (81%) e física (79%).

Entre as mulheres agredidas do Espírito Santo, 31% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 86% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Espírito Santo, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 37%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

4.1.3 Perfil da população feminina do Espírito Santo

A população feminina do Espírito Santo com 16 anos ou mais é composta por 61% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 39% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 57% das capixabas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 25% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 11% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 44% das mulheres do Espírito Santo possuem somente o ensino fundamental, 36% o ensino médio e 20% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

4.2 Minas Gerais

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 31% das mulheres de Minas Gerais já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 23% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do estado de Minas Gerais, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 31%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Minas Gerais, da Região Sudeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

4.2.1 Percepção das mulheres de Minas Gerais

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 48% das cidadãs de Minas Gerais consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as mineiras consideram o Brasil um país muito machista (61%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (73%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 69% das mulheres de Minas Gerais conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 52% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs mineiras, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 92% delas.

De acordo com a pesquisa, 70% das mulheres de Minas Gerais afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

4.2.2 A experiência das mulheres de Minas Gerais sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Minas Gerais, 68% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (89%), a psicológica (88%) e a moral (81%).

A pesquisa mostra que 31% das mulheres de Minas Gerais declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 23% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 88% das mulheres de Minas Gerais que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (75%) e moral (73%).

Entre as mulheres agredidas de Minas Gerais, 38% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 79% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Minas Gerais, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 31%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

4.2.3 Perfil da população feminina de Minas Gerais

A população feminina de Minas Gerais com 16 anos ou mais é composta por 58% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 42% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 54% das mineiras vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 26% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 9% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 46% das mulheres de Minas Gerais possuem somente o ensino fundamental, 36% o ensino médio e 18% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

4.3 Rio de Janeiro

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 36% das mulheres do Rio de Janeiro já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Patamar superior ao encontrado na pesquisa nacional (30%), mesmo considerando as margens de erro.

Também é maior, no estado do Rio de Janeiro, o número de cidadãs que acreditam que a violência doméstica aumentou nos últimos 12 meses. Enquanto o índice nacional é de 74%, entre as fluminenses chega a 80%. A pesquisa mostra também diferenças nos resultados encontrados nesse estado em relação ao país como um todo na percepção sobre respeito, machismo e eficácia da Lei Maria da Penha.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Rio de Janeiro, da Região Sudeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

4.3.1 Percepção das mulheres do Rio de Janeiro

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 55% das cidadãs do Rio de Janeiro consideram que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as fluminenses consideram o Brasil um país muito machista (73%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (80%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 66% das mulheres do Rio de Janeiro conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 55% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs fluminenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 97% delas.

De acordo com a pesquisa, 73% das mulheres do Rio de Janeiro afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

4.3.2 A experiência das mulheres do Rio de Janeiro sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Rio de Janeiro, 70% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência psicológica (89%), a física (87%) e a moral (83%).

A pesquisa mostra que 36% das mulheres do Rio de Janeiro declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 16% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 92% das mulheres do Rio de Janeiro que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (79%) e física (77%).

Entre as mulheres agredidas do Rio de Janeiro, 25% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 81% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Rio de Janeiro, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 34%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

4.3.3 Perfil da população feminina do Rio de Janeiro

A população feminina do Rio de Janeiro com 16 anos ou mais é composta por 52% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 48% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 54% das fluminenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 24% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 11% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 36% das mulheres do Rio de Janeiro possuem somente o ensino fundamental, 41% o ensino médio e 23% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

4.4 São Paulo

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 30% das mulheres de São Paulo já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 20% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do estado de São Paulo, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 36%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de São Paulo, da Região Sudeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

4.4.1 Percepção das mulheres de São Paulo

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 48% das cidadãs de São Paulo consideram que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as paulistas consideram o Brasil um país muito machista (59%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (69%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 67% das mulheres de São Paulo conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 54% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs paulistas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 96% delas.

De acordo com a pesquisa, 62% das mulheres de São Paulo afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

4.4.2 A experiência das mulheres de São Paulo sobre violência doméstica

Entre as mulheres de São Paulo, 67% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (92%), a psicológica (87%) e a moral (83%).

A pesquisa mostra que 30% das mulheres de São Paulo declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 20% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 90% das mulheres de São Paulo que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (77%) e moral (76%).

Entre as mulheres agredidas de São Paulo, 34% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 75% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de São Paulo, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 36%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

4.4.3 Perfil da população feminina de São Paulo

A população feminina de São Paulo com 16 anos ou mais é composta por 59% de pessoas brancas ou amarelas e 41% de pessoas pretas, pardas ou indígenas. Em relação à receita mensal, 50% das paulistas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 29% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 12% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 36% das mulheres de São Paulo possuem somente o ensino fundamental, 40% o ensino médio e 24% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

5 Região Sul

5.1 Paraná

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 35% das mulheres do Paraná já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 24% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento avalia também a percepção das mulheres sobre equidade. Percebe-se que para 32% das brasileiras como um todo, o Brasil é um país pouco machista e para 46% a percepção é de que as mulheres são tratadas com respeito no Brasil apenas às vezes. Esses índices são maiores no estado do Paraná, mesmo considerando as margens de erro, onde atingem o patamar de 38% e 54%, respectivamente.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Paraná, da Região Sul e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

5.1.1 Percepção das mulheres do Paraná

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 54% das cidadãs do Paraná consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as paranaenses consideram o Brasil um país muito machista (57%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (71%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 62% das mulheres do Paraná conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 51% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs paranaenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pelos serviços de assistência social, como CRAS e CREAS, conhecidos por 95% delas.

De acordo com a pesquisa, 68% das mulheres do Paraná afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

5.1.2 A experiência das mulheres do Paraná sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Paraná, 70% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (90%), a psicológica (85%) e a moral (82%).

A pesquisa mostra que 35% das mulheres do Paraná declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 24% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 86% das mulheres do Paraná que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências física (79%) e moral (75%).

Entre as mulheres agredidas do Paraná, 27% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 80% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Paraná, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 40%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

5.1.3 Perfil da população feminina do Paraná

A população feminina do Paraná com 16 anos ou mais é composta por 66% de pessoas brancas ou amarelas e 34% de pessoas pretas, pardas ou indígenas. Em relação à receita mensal, 49% das paranaenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 31% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 9% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 44% das mulheres do Paraná possuem somente o ensino fundamental, 35% o ensino médio e 20% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

5.2 Rio Grande do Sul

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 27% das mulheres do Rio Grande do Sul já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 23% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

A pesquisa mostra diferenças nos resultados encontrados nesse estado em relação ao país como um todo na percepção sobre respeito, machismo e aumento na violência doméstica nos últimos 12 meses. Um exemplo é de que 62% das brasileiras percebem o Brasil como um país muito machista, já no Rio Grande do Sul esse patamar cai para 55%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Rio Grande do Sul, da Região Sul e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

5.2.1 Percepção das mulheres do Rio Grande do Sul

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 54% das cidadãs do Rio Grande do Sul consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as gaúchas consideram o Brasil um país muito machista (55%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (62%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 65% das mulheres do Rio Grande do Sul conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 50% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs gaúchas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 92% delas.

De acordo com a pesquisa, 72% das mulheres do Rio Grande do Sul afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

5.2.2 A experiência das mulheres do Rio Grande do Sul sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Rio Grande do Sul, 66% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (87%), a psicológica (85%) e a moral (84%).

A pesquisa mostra que 27% das mulheres do Rio Grande do Sul declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 23% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 87% das mulheres do Rio Grande do Sul que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (72%) e física (70%).

Entre as mulheres agredidas do Rio Grande do Sul, 40% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 85% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Rio Grande do Sul, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 38%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

5.2.3 Perfil da população feminina do Rio Grande do Sul

A população feminina do Rio Grande do Sul com 16 anos ou mais é composta por 78% de pessoas brancas ou amarelas e 22% de pessoas pretas, pardas ou indígenas. Em relação à receita mensal, 47% das gaúchas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 30% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 14% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 46% das mulheres do Rio Grande do Sul possuem somente o ensino fundamental, 35% o ensino médio e 19% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

5.3 Santa Catarina

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 31% das mulheres de Santa Catarina já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 25% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

A pesquisa mostra diferenças nos resultados encontrados nesse estado em relação ao país como um todo na percepção sobre respeito, machismo e aumento na violência doméstica nos últimos 12 meses. Um exemplo é de que 62% das brasileiras consideram o Brasil um país muito machista, já em Santa Catarina esse patamar cai para 53%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Santa Catarina, da Região Sul e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

5.3.1 Percepção das mulheres de Santa Catarina

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 52% das cidadãs de Santa Catarina consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as catarinenses consideram o Brasil um país muito machista (53%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (66%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 66% das mulheres de Santa Catarina conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 55% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs catarinenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pelos serviços de assistência social, como CRAS e CREAS, conhecidos por 92% delas.

De acordo com a pesquisa, 69% das mulheres de Santa Catarina afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

5.3.2 A experiência das mulheres de Santa Catarina sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Santa Catarina, 65% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência psicológica (90%), a física (89%) e a moral (85%).

A pesquisa mostra que 31% das mulheres de Santa Catarina declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 25% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 91% das mulheres de Santa Catarina que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (83%) e física (74%).

Entre as mulheres agredidas de Santa Catarina, 35% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 78% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Santa Catarina, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 32%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

5.3.3 Perfil da população feminina de Santa Catarina

A população feminina de Santa Catarina com 16 anos ou mais é composta por 79% de pessoas brancas ou amarelas e 21% de pessoas pretas, pardas ou indígenas. Em relação à receita mensal, 37% das catarinenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 39% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 12% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 44% das mulheres de Santa Catarina possuem somente o ensino fundamental, 35% o ensino médio e 21% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

6 Região Centro-Oeste

6.1 Distrito Federal

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 31% das mulheres do Distrito Federal já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 21% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que em todo país é majoritária a percepção de que o Brasil é um país muito machista (62%). Entre as brasilienses, um número ainda maior de cidadãs percebem o mesmo (69%). Em relação ao nível de conhecimento sobre a Lei Maria da Penha, 33% das mulheres do Distrito Federal afirmam conhecer muito sobre a lei. Esse patamar é superior aos 24% encontrados na pesquisa nacional, mesmo considerando as margens de erro.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Distrito Federal, da Região Centro-Oeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

6.1.1 Percepção das mulheres do Distrito Federal

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 48% das cidadãs do Distrito Federal consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as brasilienses consideram o Brasil um país muito machista (69%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (84%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 62% das mulheres do Distrito Federal conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 57% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs brasilienses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 98% delas.

De acordo com a pesquisa, 71% das mulheres do Distrito Federal afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

6.1.2 A experiência das mulheres do Distrito Federal sobre violência doméstica

Entre as mulheres do Distrito Federal, 70% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência psicológica (92%), a física (86%) e a moral (83%).

A pesquisa mostra que 31% das mulheres do Distrito Federal declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 21% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 91% das mulheres do Distrito Federal que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (79%) e física (62%).

Entre as mulheres agredidas do Distrito Federal, 30% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 82% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do Distrito Federal, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 29%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

6.1.3 Perfil da população feminina do Distrito Federal

A população feminina do Distrito Federal com 16 anos ou mais é composta por 60% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 40% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 43% das brasilienses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 25% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 20% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 27% das mulheres do Distrito Federal possuem somente o ensino fundamental, 38% o ensino médio e 34% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

6.2 Goiás

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 30% das mulheres de Goiás já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 25% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra também que em todo país é majoritária a percepção de que a violência doméstica aumentou nos últimos 12 meses (74%). Entre as goianas, um número ainda maior de cidadãs percebem o mesmo (80%).

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Goiás, da Região Centro-Oeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

6.2.1 Percepção das mulheres de Goiás

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 49% das cidadãs de Goiás consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as goianas consideram o Brasil um país muito machista (65%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (80%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 66% das mulheres de Goiás conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 52% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs goianas, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 95% delas.

De acordo com a pesquisa, 69% das mulheres de Goiás afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

6.2.2 A experiência das mulheres de Goiás sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Goiás, 68% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência física (91%), a psicológica (86%) e a moral (81%).

A pesquisa mostra que 30% das mulheres de Goiás declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 25% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 86% das mulheres de Goiás que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (81%) e física (76%).

Entre as mulheres agredidas de Goiás, 24% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 76% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Goiás, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 37%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

6.2.3 Perfil da população feminina de Goiás

A população feminina de Goiás com 16 anos ou mais é composta por 63% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 37% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 55% das goianas vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 22% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 11% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 42% das mulheres de Goiás possuem somente o ensino fundamental, 38% o ensino médio e 20% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

6.3 Mato Grosso

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 32% das mulheres de Mato Grosso já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 20% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas do estado de Mato Grosso, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 32%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Mato Grosso, da Região Centro-Oeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

6.3.1 Percepção das mulheres de Mato Grosso

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 52% das cidadãs de Mato Grosso consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as mato-grossenses consideram o Brasil um país muito machista (61%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (76%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 65% das mulheres de Mato Grosso conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 48% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs mato-grossenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 95% delas.

De acordo com a pesquisa, 70% das mulheres de Mato Grosso afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

6.3.2 A experiência das mulheres de Mato Grosso sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Mato Grosso, 66% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência psicológica (90%), a física (88%) e a moral (84%).

A pesquisa mostra que 32% das mulheres de Mato Grosso declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 20% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 91% das mulheres de Mato Grosso que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (84%) e física (78%).

Entre as mulheres agredidas de Mato Grosso, 27% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 85% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Mato Grosso, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 32%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

6.3.3 Perfil da população feminina de Mato Grosso

A população feminina de Mato Grosso com 16 anos ou mais é composta por 67% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 33% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 54% das mato-grossenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 29% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 11% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 44% das mulheres de Mato Grosso possuem somente o ensino fundamental, 36% o ensino médio e 20% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

6.4 Mato Grosso do Sul

A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher mostra que 29% das mulheres de Mato Grosso do Sul já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 20% sofreram violência nos últimos 12 meses. Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

O levantamento mostra que a menor parte das brasileiras (7%) acredita que as mulheres são tratadas com respeito no Brasil. É interessante notar que no estado de Mato Grosso do Sul esse patamar sobe para 15%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Mato Grosso do Sul, da Região Centro-Oeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui.

6.4.1 Percepção das mulheres de Mato Grosso do Sul

Pesquisa nacional realizada em 2023 pelo Instituto de Pesquisa DataSenado mostra que 48% das cidadãs de Mato Grosso do Sul consideram que as mulheres às vezes são tratadas com respeito no Brasil.

De forma geral, as sul-mato-grossenses consideram o Brasil um país muito machista (57%) e que nos últimos 12 meses a violência doméstica aumentou (72%).

A pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a percepção sobre os instrumentos de proteção às mulheres. O levantamento mostra que 67% das mulheres de Mato Grosso do Sul conhecem pouco sobre a Lei Maria da Penha e que na percepção de 56% delas a lei protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Entre as cidadãs sul-mato-grossenses, o serviço de proteção mais conhecido são os prestados pela delegacia da Mulher, conhecidos por 97% delas.

De acordo com a pesquisa, 71% das mulheres de Mato Grosso do Sul afirmam conhecer pouco sobre Medida Protetiva.

6.4.2 A experiência das mulheres de Mato Grosso do Sul sobre violência doméstica

Entre as mulheres de Mato Grosso do Sul, 72% afirmam que uma amiga, familiar ou conhecida já sofreu algum tipo de violência doméstica ou familiar.

Os tipos de violência sofridos pela pessoa conhecida são dos mais variados, sendo as mais recorrentes a violência psicológica (89%), a física (87%) e a moral (84%).

A pesquisa mostra que 29% das mulheres de Mato Grosso do Sul declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por um homem, sendo que 20% delas afirmam que algum episódio de violência ocorreu nos últimos 12 meses.

Em relação ao tipo de violência sofrida, a mais recorrente é a violência psicológica, declarada por 88% das mulheres de Mato Grosso do Sul que sofreram violência doméstica ou familiar provocada por homem, seguida pelas violências moral (82%) e física (77%).

Entre as mulheres agredidas de Mato Grosso do Sul, 34% buscaram algum tipo de assistência à saúde e 80% afirmam não conviver mais com a pessoa que as agrediu.

O levantamento mostra que boa parte das vítimas de Mato Grosso do Sul, a exemplo do que ocorre no Brasil, vivencia a primeira agressão ainda muito jovem. Para 30%, a primeira ocorrência se deu quando tinham até 19 anos de idade.

A pesquisa também buscou estudar agressões que, embora sofridas pelas mulheres, podem não ser prontamente reconhecidas como tais. Com esse objetivo, todas as entrevistadas, incluindo aquelas que não declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar, foram apresentadas a uma lista de 13 situações de violência, como insultos e ameaças feitos por alguém de relação íntima ou familiar, e perguntadas se vivenciaram alguma delas nos últimos 12 meses.

6.4.3 Perfil da população feminina de Mato Grosso do Sul

A população feminina de Mato Grosso do Sul com 16 anos ou mais é composta por 55% de pessoas pretas, pardas ou indígenas e 45% de pessoas brancas ou amarelas. Em relação à receita mensal, 49% das sul-mato-grossenses vivem com renda familiar de até dois salários mínimos, 32% com renda familiar entre dois e seis salários mínimos e 13% com renda familiar maior do que seis salários mínimos. Quanto à educação, 42% das mulheres de Mato Grosso do Sul possuem somente o ensino fundamental, 35% o ensino médio e 23% o ensino superior. Veja abaixo esses e outros dados:

7 Método da pesquisa

A Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher teve como população-alvo mulheres com 16 anos ou mais residentes no Brasil. As participantes foram selecionadas por meio de Amostragem Aleatória Estratificada2. Os estratos foram definidos como sendo os 26 estados e o Distrito Federal. A alocação foi uniforme por estrato. A amostra total foi composta por 21.787 entrevistas, com cerca de 800 em cada estrato (ver distribuição detalhada na tabela apresentada ao final deste capítulo).

Por se tratar de tema sensível às respondentes, apenas mulheres trabalharam como entrevistadoras durante a coleta de dados. Dessa forma, buscou-se evitar possíveis constrangimentos às entrevistadas diante de perguntas delicadas.

A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas telefônicas via CATI (Computer Assisted Telephone Interviewing). Nesse método, a entrevistadora segue roteiro disponibilizado em computador e composto por questionário estruturado, com questões objetivas e orientações para a condução da entrevista. Essa estrutura visa eliminar possíveis vieses de aplicação, bem como maximizar a aderência das cidadãs contatadas à pesquisa. A duração média da entrevista foi de 13 minutos, sendo 16 minutos para as mulheres que declararam já ter sofrido violência, e 12 minutos para as demais. As primeiras responderam perguntas adicionais sobre a violência sofrida.

Os números de telefone usados nas discagens foram selecionados aleatoriamente, respeitando o delineamento amostral a partir de cadastro de números habilitáveis disponibilizado pela Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel. As quantidades de números fixos e móveis sorteados na amostra foram estabelecidas de forma a garantir que, por estrato, a probabilidade de sorteio de qualquer número fosse a mesma, independente de se tratar de telefone fixo ou móvel.

Para compor a amostra, foram realizadas ligações telefônicas para todo o país. Atendido o telefone e, após verificar se a entrevistada pertencia à população-alvo, a entrevistadora solicitava autorização para realizar a pesquisa.

Foram auditadas 22,65% das entrevistas, verificando itens como cordialidade, leitura fluente, marcação correta das respostas, não direcionamento das respostas, dentre outros aspectos de qualidade e imparcialidade durante a aplicação da pesquisa.

No cômputo dos resultados, foi aplicada técnica de análises de pesquisas com amostras complexas, que leva em conta três aspectos: taxas de respostas, probabilidades de seleção das entrevistadas e características sociodemográficas da população-alvo. Esses aspectos foram considerados na ponderação por meio do cálculo de três fatores, que, juntos, resultaram em peso amostral que permite obter estimativas para a população-alvo da pesquisa.

As estimativas das taxas de respostas, calculadas por estrato e tipo de telefonia, foram obtidas de forma equivalente à Response Rate 1 (RR1) da American Association for Public Opinion Research (AAPOR, 2023, p. 85-86), a partir dos metadados das discagens telefônicas, coletados no decorrer da pesquisa.

A probabilidade de seleção das entrevistadas foi calculada com base na quantidade de pessoas que compartilhavam cada uma dessas linhas e no total de linhas habilitadas alcançadas na pesquisa em relação ao total de linhas habilitadas no Brasil por UF, segundo as estatísticas mais recentes da Anatel.

Nos resultados nacionais, os pesos foram ajustados para refletirem a proporção da população por estrato, segundo as seguintes características sociodemográficas: idade, escolaridade, raça/cor, situação do domicílio (rural ou urbana) e porte do município. Para tanto, foi utilizado o método rake, considerando:

  1. para as informações de sexo, idade: a distribuição da população brasileira de mulheres com 16 anos ou mais, segundo os dados do Censo Populacional 2022 do IBGE;

  2. para as informações de raça/cor, escolaridade e situação do domicílio: a distribuição relativa de mulheres com 16 anos ou mais estimada na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do 2º trimestre de 2023, aplicada à população de mulheres de 16 anos ou mais, segundo os dados do Censo Populacional 2022 do IBGE;

  3. porte do município: a divisão, segundo os dados do Censo Populacional 2022, em três categorias: até 50.000 habitantes, de 50.001 a 500.000 habitantes e mais de 500.000 habitantes.

O uso do método acima permitiu calcular a margem de erro de cada uma das centenas de estimativas divulgadas no relatório. O nível de confiança utilizado nesses cálculos foi de 95%. Dessa forma, não existe uma única margem de erro para toda a pesquisa, pois cada estimativa pontual tem sua própria. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada na pesquisa nacional foi de 1,46%, com desvio padrão de 1,19 pontos percentuais.

Para os filtros por unidade da Federação, a margem de erro e o desvio padrão variam em relação à pesquisa nacional. Calculou-se, assim, a média dessas margens de erro e dos desvios padrão e, para o presente relatório comparativo, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas por UF foi de 4,87%, com desvio padrão médio de 4,38 pontos percentuais. Os valores para cada estado podem ser vistos na tabela ao final do capítulo.

Ao comparar as estatísticas estaduais, a análise leva em consideração as margemns de erro, calculadas com nível de confiança de 95%. Dessa forma, para afirmar que um estado tem um índice maior ou menor em relação ao restante do país, deve-se verificar se não há sobreposição de valores, considerando as margens de erro.

No exemplo, acima as UF1 e UF27 apresentam resultados estatisticamente diferentes do resultado nacional, uma vez que, mesmo considerando as margens de erro, os valores não se sobrepõem aos valores encontrados para o Brasil. Já as UF13 e UF14 são estatisticamente equivalentes ao nacional.

Os percentuais foram arredondados de acordo com o seguinte critério: para números com decimal menor que 0,5, foi mantida a parte inteira; e para números com decimal maior ou igual a 0,5, adicionou-se uma unidade à parte inteira do número. O uso desse método de arredondamento faz com que, em alguns casos, a soma dos percentuais de gráficos e de algumas colunas das tabelas seja diferente de 100%, para mais ou para menos, sem que isso implique em erro de cálculo.

Alguns resultados têm poucos representantes na amostra, resultando em margens de erro superiores a 10 pontos percentuais. Isso significa que a estimativa obtida pode variar, com 95% de confiança, dentro de um intervalo dilatado, perdendo assim a precisão daquele valor apresentado. Diante da alta imprecisão destes casos, tais estimativas devem ser analisadas com cautela, sempre considerando o intervalo de confiança, pois é possível que as diferenças pontuais não sejam estatisticamente significativas.

"Distribuição da população feminina com 16 anos ou mais e das margens de erro das estimativas por UF" - Brasil - 2023

Parâmetro

Amostra
Observada

Amostra
Ponderada

População
Estimada

Margem de erro média das estimativas

Desvio padrão das margens de erro

São Paulo

23%

800

4.914

18.833.485

4, 82%

4, 51%

Minas Gerais

10%

807

2.238

8.575.672

4, 49%

4, 37%

Rio de Janeiro

8%

809

1.821

6.979.262

4, 53%

4, 43%

Bahia

7%

808

1.513

5.796.721

5, 31%

4, 46%

Paraná

6%

810

1.231

4.719.628

4, 25%

3, 89%

Rio Grande do Sul

6%

810

1.208

4.631.076

4, 53%

4, 41%

Pernambuco

4%

802

977

3.742.511

4, 97%

4, 71%

Ceará

4%

809

938

3.593.223

4, 89%

4, 78%

Santa Catarina

4%

810

814

3.118.762

4, 17%

3, 71%

Pará

4%

810

788

3.020.864

5, 01%

4, 63%

Goiás

3%

807

741

2.839.881

4, 55%

4, 18%

Maranhão

3%

810

673

2.577.739

5, 27%

4, 79%

Paraíba

2%

800

423

1.623.002

5, 2%

4, 86%

Espírito Santo

2%

809

411

1.575.852

4, 31%

3, 73%

Amazonas

2%

800

368

1.411.263

4, 93%

4, 14%

Mato Grosso

2%

808

361

1.384.669

4, 96%

3, 73%

Rio Grande do Norte

2%

807

355

1.360.687

5, 68%

5, 45%

Piauí

2%

806

342

1.311.671

5, 69%

5, 5%

Alagoas

2%

804

328

1.255.976

5, 11%

4, 33%

Distrito Federal

1%

810

311

1.192.401

4, 45%

4, 41%

Mato Grosso do Sul

1%

810

283

1.083.552

4, 81%

4, 86%

Sergipe

1%

809

236

905.265

6, 12%

5, 37%

Rondônia

1%

810

159

610.294

4, 51%

3, 46%

Tocantins

1%

800

149

570.067

4, 99%

4, 38%

Acre

0%

806

78

299.080

4, 23%

3, 47%

Amapá

0%

806

69

265.704

5%

3, 75%

Roraima

0%

810

57

220.083

4, 8%

3, 92%

Total

100%

21.787

21.786

83.498.390

1, 46%

1, 19%

Fonte: Instituto de Pesquisa DataSenado - coleta de 21.8 a 25.9.2023.
Notas:
(1) Os totais das amostras observada e ponderada diferem devido ao arredondamento.
(2) Soma dos percentuais difere de 100% devido ao arredondamento.

Footnotes

  1. Ainda que o Mato Grosso atinja o mesmo patamar de 12%, tal como os estados de Santa Catarina e de Rondônia, a margem de erro encontrada para aquela unidade federativa é superior. Dessa forma, não há diferença estatisticamente significativa entre o índice nacional e o do Mato Grosso.↩︎

  2. Delineamento amostral que ‘consiste na divisão de uma população em grupos (chamados estratos) segundo alguma(s) característica(s) conhecida(s) na população sob estudo, e de cada um desses estratos são selecionada amostras em proporções convenientes’ (BOLFARINE e BUSSAB, 2005, p.  93).↩︎