Sumário
Sumário Relatórios UF
Relatórios por Estados

Panorama Político 2024

Introdução

O Instituto de Pesquisa DataSenado realizou a 21ª edição de sua pesquisa nacional, que tem série histórica aplicada desde 2008, tendo entrevistado mais de 55 mil cidadãos ao longo dos anos.

Esta edição do Panorama Político , comemorativa dos 20 anos do Instituto DataSenado, representa um marco importante, pois é a primeira a realizar estimativas também por unidade da Federação, reforçando a representação parlamentar federativa do Senado Federal.

A pesquisa avalia a opinião dos brasileiros para indicar possíveis prioridades para a atuação parlamentar e quantificar percepções em relação à democracia brasileira; ao desempenho do parlamento; e aos principais temas em debate no país, inclusive aqueles que se inserem no contexto das eleições, como o impacto de notícias falsas sobre a política e a sociedade, destaque nacional desta edição 1 .

Desde 2008 o DataSenado ouve brasileiros com 16 anos ou mais em todo o país sobre temas de relevância para o país e para o Congresso Nacional. Em 2024, pela primeira vez, o tamanho da amostra foi ampliado de forma considerável, o que permitiu, pela primeira vez, analisar-se os dados por estado e pelo Distrito Federal. Com isso, os senadores foram convidados a sugerirem temas a serem investigados nas suas unidades da Federação de origem, de forma a incrementar o questionário de pesquisa.

O presente levantamento foi realizado por meio de um questionário geral aplicado uniformemente em todas as unidades federativas, acrescido de algumas perguntas específicas a serem feitas para cidadãos de determinados estados (conforme demanda parlamentar).

De forma geral, os principais temas investigados foram: a percepção sobre evolução da condição econômica; nível de endividamento; principais preocupações dos brasileiros; principais problemas de segurança nas cidades; propensão a participar de apostas esportivas; exposição a crimes digitais; incidência da dengue; acesso a planos de saúde privados; impacto das notícias falsas em redes sociais; apoio à democracia e outros temas de interesse social e político.

Método

A pesquisa foi realizada entre 5 e 28 de junho, quando foram entrevistados, por telefone, 21.808 cidadãos, em amostra representativa da opinião da população brasileira, ou seja, de quase 170 milhões de pessoas (169.840.184) com 16 anos ou mais.

As amostras do DataSenado são totalmente probabilísticas. Nas entrevistas, são feitas perguntas que permitem estimar a margem de erro para cada um dos resultados aqui divulgados, calculados com nível de confiança de 95%. Dessa forma, não existe uma única margem de erro para toda a pesquisa, aproximação usual em pesquisas que não são totalmente probabilísticas. As entrevistas foram realizadas por meio de ligações para telefones fixos e móveis, com alocação uniforme por estados e Distrito Federal. Para melhor compreensão, vide Método da Pesquisa .

1 Região Norte

1.1 Resultados do Acre

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que 17% dos acreanos apontam o emprego como sua maior preocupação no momento, um índice mais alto que os 10% observados no Brasil como um todo. Em relação à segurança, 32% dos cidadãos do Acre acreditam que o principal problema em sua cidade atualmente é o crime organizado, em patamar superior ao da média nacional de 10%.

Outro tema abordado pela pesquisa foi o acesso a planos de saúde privados. No Acre, apenas 12% da população possui um plano de saúde particular, um percentual bem inferior à média nacional de 27%. A pesquisa também destaca que os acreanos estão menos engajados com os debates no Senado; 62% afirmam não acompanhar as discussões sobre assuntos ou leis em debate, enquanto a média nacional é de 54%.

Dentre a pessoas entrevistadas, 809 residiam no Acre, representando uma população estimada de 666.427 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Acre foi de 4,25%, com desvio padrão de 2,51%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Acre, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

1.1.1 A percepção dos acreanos sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (63%) dos cidadãos do Acre acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 37% afirmam ter piorado.

Quando os acreanos foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 37% (247.378 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 36% (240.735 de pessoas) que irá permanecer igual e 19% (124.321 de pessoas) que irá piorar.

1.1.2 Saúde e crime organizado dominam as preocupações dos acreanos

O levantamento do DataSenado mostra que 28% dos acreanos apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo emprego (17%) e pela segurança pública (15%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os acreanos é com o crime organizado (32%), seguido por tráfico e uso de drogas (25%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 16% dos acreanos declaram que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas e outros 14% que foram roubados ou assaltados.

Em relação aos crimes digitais, 19% dos acreanos afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

1.1.3 A maioria dos acreanos não possui plano de saúde

Cerca de 39% dos acreanos declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 4% (27.956 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 35% (232.900 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 12% dos acreanos afirmam que sim e a maioria (88%) afirma que não.

1.1.4 Boa parte do Acre não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Acre 62% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 80% dos acreanos são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (51%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (63%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 18% são favoráveis e a vasta maioria, 78%, é contrária.

A opinião dos acreanos, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 53% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 42%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 2 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 11% dos acreanos declaram ser de esquerda, 31% de direita, 7% de centro e 47% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

1.1.5 Perfil da população do Acre

1.2 Resultados do Amapá

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político revela que 27% dos habitantes do Amapá afirmam que sua condição econômica piorou nos últimos seis meses, um índice inferior à média nacional, que é de 36%. Em relação ao futuro próximo, 57% dos amapaenses acreditam que suas condições financeiras devem melhorar nos próximos seis meses, superando a média do Brasil, que é de 40%.

Sobre as preocupações atuais, o emprego é citado por 17% e a segurança pública por 10% da população, percentuais que diferem das médias nacionais que são de 10% e 15%, respectivamente. Quando questionados sobre o principal problema de segurança em suas cidades, 21% dos moradores do Amapá mencionaram roubos e assaltos, um número inferior aos 30% observados em todo o país. Por outro lado, a percepção de crime organizado é mais elevada no estado (21%) que no Brasil como um todo (10%).

Outro tema pesquisado foi acesso a planos de saúde privados. Observou-se que apenas 9% dos amapaenses possuem esse tipo de seguro, contrastando com a média nacional de 27%.

Dentre a pessoas entrevistadas, 803 residiam no Amapá, representando uma população estimada de 675.525 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Amapá foi de 4,54%, com desvio padrão de 3,2%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Amapá, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

1.2.1 A percepção dos amapaenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (72%) dos cidadãos do Amapá acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 27% afirmam ter piorado.

Quando os amapaenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 57% (383.813 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 29% (193.349 de pessoas) que irá permanecer igual e 8% (55.797 de pessoas) que irá piorar.

1.2.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos amapaenses

O levantamento do DataSenado mostra que 29% dos amapaenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (17%) e pelo emprego (17%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os amapaenses é com tráfico e uso de drogas (30%), seguido por roubos e assaltos (21%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 22% dos amapaenses declaram que foram roubados ou assaltados e outros 16% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 23% dos amapaenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

1.2.3 A maioria dos amapaenses não possui plano de saúde

Cerca de 22% dos amapaenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 5% (33.689 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 17% (113.665 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 9% dos amapaenses afirmam que sim e a maioria (90%) afirma que não.

1.2.4 Boa parte do Amapá não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Amapá 57% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 86% dos amapaenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (59%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (67%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 6% são favoráveis e a vasta maioria, 92%, é contrária.

A opinião dos amapaenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 58% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 40%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 3 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 11% dos amapaenses declaram ser de esquerda, 22% de direita, 17% de centro e 48% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

1.2.5 Perfil da população do Amapá

1.3 Resultados do Amazonas

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político revela que 33% dos amazonenses relatam ter sido vítimas de roubos ou assaltos nos últimos 12 meses, em patamar superior à média nacional de 14%. Além disso, 18% dos habitantes do Amazonas enfrentaram destruição de bens materiais por outras pessoas, superando a média nacional de 12%.

Sobre preocupações atuais, o emprego é uma questão de destaque para 16% dos cidadãos do Amazonas, em percentual mais alto que os 10% encontrados no Brasil como um todo.

Dentre a pessoas entrevistadas, 809 residiam no Amazonas, representando uma população estimada de 3.073.505 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Amazonas foi de 3,95%, com desvio padrão de 2,33%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Amazonas, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

1.3.1 A percepção dos amazonenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (65%) dos cidadãos do Amazonas acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 33% afirmam ter piorado.

Quando os amazonenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 49% (1.500.352 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 25% (762.720 de pessoas) que irá permanecer igual e 20% (600.570 de pessoas) que irá piorar.

1.3.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos amazonenses

O levantamento do DataSenado mostra que 26% dos amazonenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela segurança pública (19%) e pelo emprego (16%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os amazonenses é com tráfico e uso de drogas (40%), seguido por roubos e assaltos (26%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 33% dos amazonenses declaram que foram roubados ou assaltados e outros 18% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 25% dos amazonenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

1.3.3 A maioria dos amazonenses não possui plano de saúde

Cerca de 12% dos amazonenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 2% (75.816 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 10% (292.969 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 17% dos amazonenses afirmam que sim e a maioria (81%) afirma que não.

1.3.4 Boa parte do Amazonas não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Amazonas 55% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 76% dos amazonenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (55%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (63%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 7% são favoráveis e a vasta maioria, 89%, é contrária.

A opinião dos amazonenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 54% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 40%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 4 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 12% dos amazonenses declaram ser de esquerda, 26% de direita, 10% de centro e 47% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

1.3.5 Perfil da população do Amazonas

1.4 Resultados do Pará

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que 52% dos paraenses acreditam que nos próximos 6 meses sua condição econômica provavelmente vai melhorar. Tal otimismo supera a média nacional (40%).

Quando perguntados sobre o principal problema de segurança em sua cidade atualmente, 41% dos paraenses apontam o tráfico e uso de drogas e 24% roubos e assaltos. Enquanto o primeiro resultado é estatisticamente equivalente ao nacional, o segundo é inferior à média do país (30%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam no Pará, representando uma população estimada de 6.615.090 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Pará foi de 3,51%, com desvio padrão de 1,99%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Pará, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

1.4.1 A percepção dos paraenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (66%) dos cidadãos do Pará acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 33% afirmam ter piorado.

Quando os paraenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 52% (3.430.445 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 26% (1.695.876 de pessoas) que irá permanecer igual e 15% (979.736 de pessoas) que irá piorar.

1.4.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos paraenses

O levantamento do DataSenado mostra que 34% dos paraenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela corrupção (16%) e pelo custo de vida (14%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os paraenses é com tráfico e uso de drogas (41%), seguido por roubos e assaltos (24%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 18% dos paraenses declaram que foram roubados ou assaltados e outros 18% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 25% dos paraenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

1.4.3 A maioria dos paraenses não possui plano de saúde

Cerca de 12% dos paraenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 2% (163.743 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 10% (650.088 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 13% dos paraenses afirmam que sim e a maioria (87%) afirma que não.

1.4.4 Boa parte do Pará não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Pará 61% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 82% dos paraenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (60%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (64%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 11% são favoráveis e a vasta maioria, 86%, é contrária.

A opinião dos paraenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 50% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 46%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 5 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 14% dos paraenses declaram ser de esquerda, 31% de direita, 7% de centro e 41% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

1.4.5 Perfil da população do Pará

1.5 Resultados de Rondônia

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão de Rondônia é com saúde (33%), seguida pela corrupção (19%) e custo de vida (16%). Tais resultados são estatisticamente equivalentes aos nacionais. A preocupação com segurança pública, contudo, que aparece em quinto lugar, é apontada por 9% dos cidadãos, patamar que é inferior aos 15% encontrados na pesquisa nacional.

Quando perguntados sobre o principal problema de segurança em sua cidade, 32% dos rondonienses apontam roubos e assaltos, seguido por tráfico e uso de drogas (25%) e crime organizado (14%). Tais resultados são estatisticamente equivalentes aos nacionais, com exceção do segundo, já que um percentual maior de brasileiros (37%) consideram o tráfico e o uso de drogas o principal problema de segurança atualmente.

Dentre a pessoas entrevistadas, 809 residiam em Rondônia, representando uma população estimada de 1.455.200 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas de Rondônia foi de 3,87%, com desvio padrão de 2,21%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Rondônia, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

1.5.1 A percepção dos rondonienses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (57%) dos cidadãos de Rondônia acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 41% afirmam ter piorado.

Quando os rondonienses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 42% (610.839 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 27% (399.440 de pessoas) que irá permanecer igual e 23% (340.129 de pessoas) que irá piorar.

1.5.2 Saúde, roubos e assaltos dominam as preocupações dos rondonienses

O levantamento do DataSenado mostra que 33% dos rondonienses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela corrupção (19%) e pelo custo de vida (16%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os rondonienses é com roubos e assaltos (32%), seguido por tráfico e uso de drogas (25%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 16% dos rondonienses declaram que foram roubados ou assaltados e outros 10% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 21% dos rondonienses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

1.5.3 A maioria dos rondonienses não possui plano de saúde

Cerca de 18% dos rondonienses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 3% (45.438 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 15% (219.136 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 11% dos rondonienses afirmam que sim e a maioria (89%) afirma que não.

1.5.4 Boa parte de Rondônia não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Rondônia 55% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 81% dos rondonienses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (52%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (57%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 8% são favoráveis e a vasta maioria, 90%, é contrária.

A opinião dos rondonienses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 53% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 42%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 6 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 12% dos rondonienses declaram ser de esquerda, 41% de direita, 6% de centro e 38% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

1.5.5 Perfil da população de Rondônia

1.6 Resultados de Roraima

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão de Roraima é com saúde (30%), seguida pelo custo de vida (19%) e corrupção (17%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam em Roraima, representando uma população estimada de 431.381 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas de Roraima foi de 3,67%, com desvio padrão de 2,04%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Roraima, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

1.6.1 A percepção dos roraimenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (63%) dos cidadãos de Roraima acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 35% afirmam ter piorado.

Quando os roraimenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 47% (204.555 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 29% (123.858 de pessoas) que irá permanecer igual e 20% (84.670 de pessoas) que irá piorar.

1.6.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos roraimenses

O levantamento do DataSenado mostra que 30% dos roraimenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (19%) e pela corrupção (17%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os roraimenses é com tráfico e uso de drogas (33%), seguido por roubos e assaltos (31%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 19% dos roraimenses declaram que foram roubados ou assaltados e outros 16% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 27% dos roraimenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

1.6.3 A maioria dos roraimenses não possui plano de saúde

Cerca de 8% dos roraimenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 2% (7.026 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 6% (26.294 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 9% dos roraimenses afirmam que sim e a maioria (90%) afirma que não.

1.6.4 Boa parte de Roraima não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Roraima 56% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 79% dos roraimenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (46%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (60%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 8% são favoráveis e a vasta maioria, 90%, é contrária.

A opinião dos roraimenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 54% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 42%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 7 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 8% dos roraimenses declaram ser de esquerda, 35% de direita, 8% de centro e 41% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

1.6.5 Perfil da população de Roraima

1.7 Resultados do Tocantins

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão de Tocantins é com saúde (27%), seguida pelo custo de vida (19%) e corrupção (18%). Resultados estatisticamente equivalentes aos nacionais, quando consideradas as margens de erro.

Outro tema pesquisado foi acesso a planos de saúde privados. Observou-se que o percentual estadual de cidadãos que possuem seguros saúde em Tocantins (19%) é um dos menores do Brasil (27%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam no Tocantins, representando uma população estimada de 1.235.347 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Tocantins foi de 3,94%, com desvio padrão de 2,28%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Tocantins, da Região Norte e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

1.7.1 A percepção dos tocantinenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (67%) dos cidadãos do Tocantins acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 32% afirmam ter piorado.

Quando os tocantinenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 45% (558.037 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 29% (363.483 de pessoas) que irá permanecer igual e 17% (215.237 de pessoas) que irá piorar.

1.7.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos tocantinenses

O levantamento do DataSenado mostra que 27% dos tocantinenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (19%) e pela corrupção (18%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os tocantinenses é com tráfico e uso de drogas (42%), seguido por roubos e assaltos (22%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 13% dos tocantinenses declaram que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas e outros 12% que foram roubados ou assaltados.

Em relação aos crimes digitais, 20% dos tocantinenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

1.7.3 A maioria dos tocantinenses não possui plano de saúde

Cerca de 12% dos tocantinenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 2% (19.707 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 10% (129.261 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 19% dos tocantinenses afirmam que sim e a maioria (81%) afirma que não.

1.7.4 Boa parte do Tocantins não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Tocantins 57% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 82% dos tocantinenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (55%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (61%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 9% são favoráveis e a vasta maioria, 88%, é contrária.

A opinião dos tocantinenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 52% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 44%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 8 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 11% dos tocantinenses declaram ser de esquerda, 32% de direita, 12% de centro e 41% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

1.7.5 Perfil da população do Tocantins

2 Região Nordeste

2.1 Resultados de Alagoas

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que 9% dos alagoanos consideram a segurança pública como sua maior preocupação hoje, um índice inferior à média nacional de 15%. Quanto ao acesso a planos de saúde privados, 13% da população de Alagoas possui um plano de saúde particular, percentual bem abaixo da média nacional de 27%.

Outro tema pesquisado foi a opinião sobre o sistema de cotas para negros em universidades. Em Alagoas, 66% dos entrevistados concordam que o sistema é justo, um apoio ainda maior que os 57% observados no Brasil como um todo.

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam em Alagoas, representando uma população estimada de 2.539.483 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas de Alagoas foi de 3,92%, com desvio padrão de 2,21%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Alagoas, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

2.1.1 A percepção dos alagoanos sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (64%) dos cidadãos de Alagoas acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 33% afirmam ter piorado.

Quando os alagoanos foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 42% (1.065.682 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 32% (802.926 de pessoas) que irá permanecer igual e 18% (459.951 de pessoas) que irá piorar.

2.1.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos alagoanos

O levantamento do DataSenado mostra que 30% dos alagoanos apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (19%) e pela corrupção (16%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os alagoanos é com tráfico e uso de drogas (37%), seguido por roubos e assaltos (27%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 11% dos alagoanos declaram que foram roubados ou assaltados e outros 11% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 20% dos alagoanos afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

2.1.3 A maioria dos alagoanos não possui plano de saúde

Cerca de 12% dos alagoanos declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (34.591 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 11% (268.557 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 13% dos alagoanos afirmam que sim e a maioria (87%) afirma que não.

2.1.4 Boa parte de Alagoas não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Alagoas 59% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 81% dos alagoanos são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (62%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (66%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 9% são favoráveis e a vasta maioria, 86%, é contrária.

A opinião dos alagoanos, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 51% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 46%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 9 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 12% dos alagoanos declaram ser de esquerda, 29% de direita, 7% de centro e 47% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

2.1.5 Perfil da população de Alagoas

2.2 Resultados da Bahia

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão da Bahia é com saúde (28%), seguida pela segurança pública (18%) e educação (13%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro. A preocupação com a corrupção, contudo, que aparece sexto lugar no resultado estadual, é menor entre os baianos (10%), já que essa questão é a maior preocupação para 16% dos brasileiros.

Outro tema pesquisado foi acesso a planos de saúde privados. Observou-se que o percentual de cidadãos baianos que possuem seguros saúde (15%) é um dos menores do Brasil (27%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam na Bahia, representando uma população estimada de 11.764.761 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas da Bahia foi de 4,01%, com desvio padrão de 2,38%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas da Bahia, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

2.2.1 A percepção dos baianos sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (59%) dos cidadãos da Bahia acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 40% afirmam ter piorado.

Quando os baianos foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 44% (5.197.147 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 28% (3.314.427 de pessoas) que irá permanecer igual e 17% (2.038.343 de pessoas) que irá piorar.

2.2.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos baianos

O levantamento do DataSenado mostra que 28% dos baianos apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela segurança pública (18%) e pela educação (13%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os baianos é com tráfico e uso de drogas (42%), seguido por roubos e assaltos (20%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 12% dos baianos declaram que foram roubados ou assaltados e outros 10% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 23% dos baianos afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

2.2.3 A maioria dos baianos não possui plano de saúde

Cerca de 13% dos baianos declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 2% (221.596 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 11% (1.242.715 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 15% dos baianos afirmam que sim e a maioria (84%) afirma que não.

2.2.4 Boa parte da Bahia não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que na Bahia 59% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 73% dos baianos são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (65%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (61%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 13% são favoráveis e a vasta maioria, 83%, é contrária.

A opinião dos baianos, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 50% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 45%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 10 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 16% dos baianos declaram ser de esquerda, 25% de direita, 10% de centro e 42% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

2.2.5 Perfil da população da Bahia

2.3 Resultados do Ceará

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão do Ceará é com saúde (29%), seguida pela segurança pública (22%) e custo de vida (16%). O primeiro e o último índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro. A preocupação com a segurança pública, contudo, é maior entre os cearenses, já que essa questão só é a maior preocupação para 15% dos brasileiros.

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam no Ceará, representando uma população estimada de 7.299.471 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Ceará foi de 3,84%, com desvio padrão de 2,16%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Ceará, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

2.3.1 A percepção dos cearenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (67%) dos cidadãos do Ceará acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 32% afirmam ter piorado.

Quando os cearenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 40% (2.947.961 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 34% (2.448.178 de pessoas) que irá permanecer igual e 18% (1.313.500 de pessoas) que irá piorar.

2.3.2 Saúde, roubos e assaltos dominam as preocupações dos cearenses

O levantamento do DataSenado mostra que 29% dos cearenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela segurança pública (22%) e pelo custo de vida (16%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os cearenses é com roubos e assaltos (29%), seguido por tráfico e uso de drogas (24%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 15% dos cearenses declaram que foram roubados ou assaltados e outros 9% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 17% dos cearenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

2.3.3 A maioria dos cearenses não possui plano de saúde

Cerca de 7% dos cearenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (98.516 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 6% (426.730 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 18% dos cearenses afirmam que sim e a maioria (82%) afirma que não.

2.3.4 Boa parte do Ceará não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Ceará 62% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 81% dos cearenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (66%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (56%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 14% são favoráveis e a vasta maioria, 83%, é contrária.

A opinião dos cearenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 46% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 49%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 11 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 17% dos cearenses declaram ser de esquerda, 23% de direita, 7% de centro e 42% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

2.3.5 Perfil da população do Ceará

2.4 Resultados do Maranhão

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão do Maranhão é com saúde (34%), seguida pela segurança pública (20%) e corrupção (13%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro. A preocupação com o custo de vida (11%), contudo, que aparece em quinto lugar no resultado estadual, é menor em relação à média nacional (16%).

Tal diferença vai ao encontro de outro achado da pesquisa. Quando perguntados sobre se nos últimos 6 meses, a condição econômica pessoal melhorou, piorou ou permaneceu igual, 29% dos maranhenses dizem que melhorou, índice maior que o do país (19%). Da mesma forma, o percentual de cidadãos do estado que afirmam que a situação piorou (27%) é menor que o do brasileiro em geral (36%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 807 residiam no Maranhão, representando uma população estimada de 5.330.791 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Maranhão foi de 4,22%, com desvio padrão de 2,5%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Maranhão, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

2.4.1 A percepção dos maranhenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (71%) dos cidadãos do Maranhão acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 27% afirmam ter piorado.

Quando os maranhenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 51% (2.733.944 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 28% (1.467.100 de pessoas) que irá permanecer igual e 13% (700.914 de pessoas) que irá piorar.

2.4.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos maranhenses

O levantamento do DataSenado mostra que 34% dos maranhenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela segurança pública (20%) e pela corrupção (13%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os maranhenses é com tráfico e uso de drogas (32%), seguido por roubos e assaltos (30%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 16% dos maranhenses declaram que foram roubados ou assaltados e outros 10% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 21% dos maranhenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

2.4.3 A maioria dos maranhenses não possui plano de saúde

Cerca de 9% dos maranhenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (47.594 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 8% (429.749 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 9% dos maranhenses afirmam que sim e a maioria (90%) afirma que não.

2.4.4 Boa parte do Maranhão não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Maranhão 65% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 79% dos maranhenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (60%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (67%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 7% são favoráveis e a vasta maioria, 88%, é contrária.

A opinião dos maranhenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 52% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 42%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 12 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 13% dos maranhenses declaram ser de esquerda, 23% de direita, 7% de centro e 52% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

2.4.5 Perfil da população do Maranhão

2.5 Resultados da Paraíba

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que 73% dos cidadãos da Paraíba concordam que o resultado das urnas eletrônicas em eleições é confiável superando a confiança do brasileiro em geral (58%). Também é maior que o índice nacional (57%), a crença de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (65%).

Outro tema pesquisado foi acesso a planos de saúde privados. Observou-se que o percentual estadual de cidadãos que possuem seguros saúde na Paraíba (16%) é um dos menores do Brasil (27%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam na Paraíba, representando uma população estimada de 3.117.919 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas da Paraíba foi de 3,91%, com desvio padrão de 2,23%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas da Paraíba, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

2.5.1 A percepção dos paraibanos sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (60%) dos cidadãos da Paraíba acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 38% afirmam ter piorado.

Quando os paraibanos foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 43% (1.355.793 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 28% (866.118 de pessoas) que irá permanecer igual e 17% (521.203 de pessoas) que irá piorar.

2.5.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos paraibanos

O levantamento do DataSenado mostra que 33% dos paraibanos apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (18%) e pela corrupção (16%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os paraibanos é com tráfico e uso de drogas (38%), seguido por roubos e assaltos (26%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 13% dos paraibanos declaram que foram roubados ou assaltados e outros 10% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 22% dos paraibanos afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

2.5.3 A maioria dos paraibanos não possui plano de saúde

Cerca de 13% dos paraibanos declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (35.207 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 12% (387.396 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 16% dos paraibanos afirmam que sim e a maioria (84%) afirma que não.

2.5.4 Boa parte da Paraíba não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que na Paraíba 57% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 82% dos paraibanos são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (73%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (65%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 9% são favoráveis e a vasta maioria, 86%, é contrária.

A opinião dos paraibanos, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 48% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 47%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 13 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 16% dos paraibanos declaram ser de esquerda, 29% de direita, 9% de centro e 40% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

2.5.5 Perfil da população da Paraíba

2.6 Resultados de Pernambuco

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão de Pernambuco é com saúde (36%), seguida pela corrupção (16%) e pela segurança pública (14%). Quando comparados aos resultados nacionais, o primeiro índice é maior (29%) e os outros dois são estatisticamente equivalentes às médias do país (16% e 15%, respectivamente).

Dentre a pessoas entrevistadas, 800 residiam em Pernambuco, representando uma população estimada de 7.509.388 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas de Pernambuco foi de 4,15%, com desvio padrão de 2,31%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Pernambuco, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

2.6.1 A percepção dos pernambucanos sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (70%) dos cidadãos de Pernambuco acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 29% afirmam ter piorado.

Quando os pernambucanos foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 43% (3.262.667 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 28% (2.138.786 de pessoas) que irá permanecer igual e 21% (1.574.528 de pessoas) que irá piorar.

2.6.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos pernambucanos

O levantamento do DataSenado mostra que 36% dos pernambucanos apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela corrupção (16%) e pela segurança pública (14%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os pernambucanos é com tráfico e uso de drogas (40%), seguido por roubos e assaltos (29%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 17% dos pernambucanos declaram que foram roubados ou assaltados e outros 16% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 22% dos pernambucanos afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

2.6.3 A maioria dos pernambucanos não possui plano de saúde

Cerca de 17% dos pernambucanos declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 2% (173.712 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 15% (1.123.654 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 22% dos pernambucanos afirmam que sim e a maioria (78%) afirma que não.

2.6.4 Boa parte de Pernambuco não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Pernambuco 56% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 82% dos pernambucanos são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (64%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (60%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 12% são favoráveis e a vasta maioria, 84%, é contrária.

A opinião dos pernambucanos, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 49% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 50%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 14 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 18% dos pernambucanos declaram ser de esquerda, 28% de direita, 7% de centro e 41% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

2.6.5 Perfil da população de Pernambuco

2.7 Resultados do Piauí

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão do Piauí é com saúde (33%), seguida pela segurança pública (17%) e corrupção (15%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

Dentre a pessoas entrevistadas, 800 residiam no Piauí, representando uma população estimada de 2.557.151 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Piauí foi de 3,83%, com desvio padrão de 2,05%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Piauí, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

2.7.1 A percepção dos piauienses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (73%) dos cidadãos do Piauí acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 24% afirmam ter piorado.

Quando os piauienses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 52% (1.329.753 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 29% (736.463 de pessoas) que irá permanecer igual e 12% (304.307 de pessoas) que irá piorar.

2.7.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos piauienses

O levantamento do DataSenado mostra que 33% dos piauienses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela segurança pública (17%) e pela corrupção (15%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os piauienses é com tráfico e uso de drogas (41%), seguido por roubos e assaltos (24%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 14% dos piauienses declaram que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas e outros 13% que foram roubados ou assaltados.

Em relação aos crimes digitais, 18% dos piauienses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

2.7.3 A maioria dos piauienses não possui plano de saúde

Cerca de 12% dos piauienses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (24.343 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 11% (281.848 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 13% dos piauienses afirmam que sim e a maioria (87%) afirma que não.

2.7.4 Boa parte do Piauí não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Piauí 58% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 81% dos piauienses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (71%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (65%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 10% são favoráveis e a vasta maioria, 86%, é contrária.

A opinião dos piauienses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 53% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 41%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 15 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 14% dos piauienses declaram ser de esquerda, 25% de direita, 7% de centro e 47% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

2.7.5 Perfil da população do Piauí

2.8 Resultados do Rio Grande do Norte

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão do Rio Grande do Norte é com saúde (33%), seguida pela segurança pública (17%) e corrupção (15%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam no Rio Grande do Norte, representando uma população estimada de 2.821.534 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Rio Grande do Norte foi de 3,88%, com desvio padrão de 2,18%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Rio Grande do Norte, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

2.8.1 A percepção dos potiguares sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (60%) dos cidadãos do Rio Grande do Norte acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 39% afirmam ter piorado.

Quando os potiguares foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 38% (1.081.830 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 29% (812.265 de pessoas) que irá permanecer igual e 24% (681.656 de pessoas) que irá piorar.

2.8.2 Saúde, roubos e assaltos dominam as preocupações dos potiguares

O levantamento do DataSenado mostra que 33% dos potiguares apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela segurança pública (17%) e pela corrupção (15%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os potiguares é com roubos e assaltos (30%), seguido por tráfico e uso de drogas (29%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 15% dos potiguares declaram que foram roubados ou assaltados e outros 14% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 25% dos potiguares afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

2.8.3 A maioria dos potiguares não possui plano de saúde

Cerca de 13% dos potiguares declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (20.803 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 12% (344.395 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 19% dos potiguares afirmam que sim e a maioria (81%) afirma que não.

2.8.4 Boa parte do Rio Grande do Norte não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Rio Grande do Norte 63% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 81% dos potiguares são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (62%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (67%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 16% são favoráveis e a vasta maioria, 82%, é contrária.

A opinião dos potiguares, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 55% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 40%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 16 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 18% dos potiguares declaram ser de esquerda, 31% de direita, 11% de centro e 35% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

2.8.5 Perfil da população do Rio Grande do Norte

2.9 Resultados de Sergipe

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão de Sergipe é com saúde (40%), seguida pelo custo de vida (16%) e corrupção (12%). Quando comparados aos resultados nacionais, observa-se que a preocupação com a saúde é maior no estado que a média nacional (29%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam em Sergipe, representando uma população estimada de 1.833.838 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas de Sergipe foi de 4,14%, com desvio padrão de 2,54%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Sergipe, da Região Nordeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

2.9.1 A percepção dos sergipanos sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (69%) dos cidadãos de Sergipe acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 30% afirmam ter piorado.

Quando os sergipanos foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 46% (852.277 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 28% (513.836 de pessoas) que irá permanecer igual e 16% (285.717 de pessoas) que irá piorar.

2.9.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos sergipanos

O levantamento do DataSenado mostra que 40% dos sergipanos apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (16%) e pela corrupção (12%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os sergipanos é com tráfico e uso de drogas (46%), seguido por roubos e assaltos (33%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 15% dos sergipanos declaram que foram roubados ou assaltados e outros 13% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 19% dos sergipanos afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

2.9.3 A maioria dos sergipanos não possui plano de saúde

Cerca de 11% dos sergipanos declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (23.615 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 10% (182.952 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 19% dos sergipanos afirmam que sim e a maioria (81%) afirma que não.

2.9.4 Boa parte de Sergipe não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Sergipe 59% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 81% dos sergipanos são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (66%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (59%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 10% são favoráveis e a vasta maioria, 87%, é contrária.

A opinião dos sergipanos, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 50% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 45%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 17 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 15% dos sergipanos declaram ser de esquerda, 26% de direita, 12% de centro e 42% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

2.9.5 Perfil da população de Sergipe

3 Região Sudeste

3.1 Resultados do Espírito Santo

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão do Espírito Santo é com saúde (32%), seguida pela segurança pública (19%) e custo de vida (18%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro. Quando perguntados, contudo, sobre qual o principal problema de segurança em suas cidades, 22% dos capixabas citam roubos e assaltos em patamar inferior à média do país (30%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 801 residiam no Espírito Santo, representando uma população estimada de 3.293.529 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Espírito Santo foi de 3,47%, com desvio padrão de 1,91%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Espírito Santo, da Região Sudeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

3.1.1 A percepção dos capixabas sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (65%) dos cidadãos do Espírito Santo acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 33% afirmam ter piorado.

Quando os capixabas foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 40% (1.313.629 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 31% (1.021.169 de pessoas) que irá permanecer igual e 20% (652.120 de pessoas) que irá piorar.

3.1.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos capixabas

O levantamento do DataSenado mostra que 32% dos capixabas apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela segurança pública (19%) e pelo custo de vida (18%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os capixabas é com tráfico e uso de drogas (43%), seguido por roubos e assaltos (22%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 13% dos capixabas declaram que foram roubados ou assaltados e outros 11% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 26% dos capixabas afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

3.1.3 A maioria dos capixabas não possui plano de saúde

Cerca de 20% dos capixabas declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 3% (92.137 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 17% (566.836 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 31% dos capixabas afirmam que sim e a maioria (69%) afirma que não.

3.1.4 Boa parte do Espírito Santo não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Espírito Santo 53% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 75% dos capixabas são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (55%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (56%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 19% são favoráveis e a vasta maioria, 78%, é contrária.

A opinião dos capixabas, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 49% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 46%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 18 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 13% dos capixabas declaram ser de esquerda, 30% de direita, 11% de centro e 39% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

3.1.5 Perfil da população do Espírito Santo

3.2 Resultados de Minas Gerais

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão de Minas Gerais é com saúde (29%), seguida pela corrupção (17%) e custo de vida (17%). Esses índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

É interessante notar, contudo que, em relação ao índice nacional, entre os mineiros é maior o número de pessoas que consideram o tráfico e uso de drogas o principal problema de segurança em sua cidade. Enquanto 37% dos brasileiros apontam essa questão como o principal desafio, esse patamar sobre para 49% entre os mineiros.

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam em Minas Gerais, representando uma população estimada de 17.206.131 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas de Minas Gerais foi de 3,33%, com desvio padrão de 1,83%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Minas Gerais, da Região Sudeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

3.2.1 A percepção dos mineiros sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (64%) dos cidadãos de Minas Gerais acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 35% afirmam ter piorado.

Quando os mineiros foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 38% (6.608.571 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 33% (5.666.259 de pessoas) que irá permanecer igual e 22% (3.723.324 de pessoas) que irá piorar.

3.2.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos mineiros

O levantamento do DataSenado mostra que 29% dos mineiros apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela corrupção (17%) e pelo custo de vida (17%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os mineiros é com tráfico e uso de drogas (49%), seguido por roubos e assaltos (24%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 11% dos mineiros declaram que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas e outros 10% que foram roubados ou assaltados.

Em relação aos crimes digitais, 25% dos mineiros afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

3.2.3 A maioria dos mineiros não possui plano de saúde

Cerca de 34% dos mineiros declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 4% (621.426 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 30% (5.212.459 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 31% dos mineiros afirmam que sim e a maioria (69%) afirma que não.

3.2.4 Boa parte de Minas Gerais não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Minas Gerais 58% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 82% dos mineiros são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (58%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (60%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 14% são favoráveis e a vasta maioria, 83%, é contrária.

A opinião dos mineiros, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 53% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 44%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 19 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 14% dos mineiros declaram ser de esquerda, 31% de direita, 11% de centro e 38% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

3.2.5 Perfil da população de Minas Gerais

3.3 Resultados do Rio de Janeiro

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão do Rio de Janeiro é com saúde (25%), seguida pela segurança pública (23%) e corrupção (13%). Quando comparados aos resultados nacionais, o segundo índice é maior, mesmo considerando as margens de erro, e os outros dois são estatisticamente equivalentes às médias do país (29%, 15% e 16%, respectivamente).

Quando perguntados sobre o principal problema de segurança em sua cidade atualmente, 46% dos sul-mato-grossenses apontam o tráfico e uso de drogas, superando o índice nacional que é de 37%. Em compensação, roubos e assaltos são apontados por 22%, patamar inferior ao nacional (30%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 801 residiam no Rio de Janeiro, representando uma população estimada de 14.347.582 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Rio de Janeiro foi de 4,1%, com desvio padrão de 2,29%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Rio de Janeiro, da Região Sudeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

3.3.1 A percepção dos fluminenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (57%) dos cidadãos do Rio de Janeiro acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 43% afirmam ter piorado.

Quando os fluminenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 36% (5.134.811 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 32% (4.582.728 de pessoas) que irá permanecer igual e 24% (3.401.811 de pessoas) que irá piorar.

3.3.2 Saúde, roubos e assaltos dominam as preocupações dos fluminenses

O levantamento do DataSenado mostra que 25% dos fluminenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela segurança pública (23%) e pela corrupção (13%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os fluminenses é com roubos e assaltos (32%), seguido por tráfico e uso de drogas (22%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 16% dos fluminenses declaram que foram roubados ou assaltados e outros 10% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 23% dos fluminenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

3.3.3 A maioria dos fluminenses não possui plano de saúde

Cerca de 14% dos fluminenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 2% (250.121 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 12% (1.672.398 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 33% dos fluminenses afirmam que sim e a maioria (67%) afirma que não.

3.3.4 Boa parte do Rio de Janeiro não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Rio de Janeiro 53% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 73% dos fluminenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (58%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (56%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 19% são favoráveis e a vasta maioria, 77%, é contrária.

A opinião dos fluminenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 44% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 53%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 20 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 16% dos fluminenses declaram ser de esquerda, 22% de direita, 13% de centro e 43% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

3.3.5 Perfil da população do Rio de Janeiro

3.4 Resultados de São Paulo

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que 30% dos brasileiros acreditam que o principal problema de segurança em sua cidade atualmente são os roubos e assaltos. Em São Paulo, esse patamar sobe para 42%. Em compensação, a preocupação com o tráfico e uso de drogas é menor no estado (30%) do que no país como um todo (37%).

Outro tema pesquisado foi acesso a planos de saúde privados. Observou-se que o percentual estadual de cidadãos que possuem seguros saúde (37%) é um dos maiores do Brasil (27%). Outra boa notícia é que o estado é um dos que mais acompanham os assuntos ou leis em debate no Senado. Enquanto mais da metade dos brasileiros (54%) afirmam não acompanhar tais discussões, em São Paulo esse índice cai para 44%.

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam em São Paulo, representando uma população estimada de 38.272.118 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas de São Paulo foi de 3,28%, com desvio padrão de 1,82%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de São Paulo, da Região Sudeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

3.4.1 A percepção dos paulistas sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (60%) dos cidadãos de São Paulo acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 38% afirmam ter piorado.

Quando os paulistas foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 35% (13.518.497 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 37% (14.009.627 de pessoas) que irá permanecer igual e 22% (8.407.227 de pessoas) que irá piorar.

3.4.2 Saúde, roubos e assaltos dominam as preocupações dos paulistas

O levantamento do DataSenado mostra que 26% dos paulistas apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (18%) e pela corrupção (17%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os paulistas é com roubos e assaltos (42%), seguido por tráfico e uso de drogas (30%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 17% dos paulistas declaram que foram roubados ou assaltados e outros 15% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 30% dos paulistas afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

3.4.3 A maioria dos paulistas não possui plano de saúde

Cerca de 21% dos paulistas declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (317.669 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 20% (7.607.869 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 37% dos paulistas afirmam que sim e a maioria (62%) afirma que não.

3.4.4 Boa parte de São Paulo não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em São Paulo 44% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 74% dos paulistas são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (58%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (54%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 19% são favoráveis e a vasta maioria, 80%, é contrária.

A opinião dos paulistas, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 53% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 43%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 21 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 16% dos paulistas declaram ser de esquerda, 30% de direita, 12% de centro e 38% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

3.4.5 Perfil da população de São Paulo

4 Região Sul

4.1 Resultados do Paraná

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que o maior problema de segurança pública nas cidades do Paraná, na percepção do cidadão, são o tráfico e o uso de drogas (48%), seguido por roubos e assaltos (25%) e crimes com armas de fogo (8%). Quando comparados aos resultados nacionais, o primeiro índice é maior, mesmo considerando as margens de erro, e os outros dois são estatisticamente equivalentes às médias do país (37%, 30% e 7%, respectivamente).

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam no Paraná, representando uma população estimada de 9.316.513 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Paraná foi de 3,33%, com desvio padrão de 1,86%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Paraná, da Região Sul e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

4.1.1 A percepção dos paranaenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (63%) dos cidadãos do Paraná acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 36% afirmam ter piorado.

Quando os paranaenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 35% (3.270.761 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 35% (3.236.457 de pessoas) que irá permanecer igual e 23% (2.157.418 de pessoas) que irá piorar.

4.1.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos paranaenses

O levantamento do DataSenado mostra que 28% dos paranaenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela corrupção (19%) e pelo custo de vida (18%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os paranaenses é com tráfico e uso de drogas (48%), seguido por roubos e assaltos (25%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 11% dos paranaenses declaram que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas e outros 11% que foram roubados ou assaltados.

Em relação aos crimes digitais, 23% dos paranaenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

4.1.3 A maioria dos paranaenses não possui plano de saúde

Cerca de 27% dos paranaenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 5% (434.590 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 22% (2.003.540 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 29% dos paranaenses afirmam que sim e a maioria (70%) afirma que não.

4.1.4 Boa parte do Paraná não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Paraná 60% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 78% dos paranaenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (48%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (48%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 17% são favoráveis e a vasta maioria, 80%, é contrária.

A opinião dos paranaenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 53% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 43%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 22 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 11% dos paranaenses declaram ser de esquerda, 36% de direita, 13% de centro e 34% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

4.1.5 Perfil da população do Paraná

4.2 Resultados do Rio Grande do Sul

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que cerca de metade dos brasileiros (52%) acredita que deveria haver pena de morte no Brasil. No Rio Grande do Sul esse patamar sobe para 60%. Em relação ao direito de interromper a gravidez, caso a mulher queira, 57% dos brasileiros discordam, índice é menor no estado (44%).

Outro tema pesquisado foi posse de armas. A maioria dos brasileiros (65%) discorda da frase “facilitar a posse de armas aumenta a segurança no Brasil”, apesar de a posição também ser majoritária entre os gaúchos, o percentual cai um pouco no resultado estadual (57%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 802 residiam no Rio Grande do Sul, representando uma população estimada de 9.222.828 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Rio Grande do Sul foi de 3,24%, com desvio padrão de 1,89%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Rio Grande do Sul, da Região Sul e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

4.2.1 A percepção dos gaúchos sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (56%) dos cidadãos do Rio Grande do Sul acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 43% afirmam ter piorado.

Quando os gaúchos foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 31% (2.891.507 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 37% (3.389.916 de pessoas) que irá permanecer igual e 26% (2.365.337 de pessoas) que irá piorar.

4.2.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos gaúchos

O levantamento do DataSenado mostra que 29% dos gaúchos apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (19%) e pela corrupção (17%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os gaúchos é com tráfico e uso de drogas (43%), seguido por roubos e assaltos (23%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 11% dos gaúchos declaram que foram roubados ou assaltados e outros 11% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 26% dos gaúchos afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

4.2.3 A maioria dos gaúchos não possui plano de saúde

Cerca de 10% dos gaúchos declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (75.932 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 9% (832.344 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 32% dos gaúchos afirmam que sim e a maioria (68%) afirma que não.

4.2.4 Boa parte do Rio Grande do Sul não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Rio Grande do Sul 48% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 79% dos gaúchos são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (60%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (55%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 19% são favoráveis e a vasta maioria, 79%, é contrária.

A opinião dos gaúchos, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 60% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 36%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 23 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 14% dos gaúchos declaram ser de esquerda, 24% de direita, 15% de centro e 40% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

4.2.5 Perfil da população do Rio Grande do Sul

4.3 Resultados de Santa Catarina

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão de Santa Catarina é com saúde (26%), seguida pela corrupção (23%) e custo de vida (21%). Quando comparados aos resultados nacionais, observa-se que a preocupação com a corrupção é maior no estado que a média nacional (16%).

Quando perguntados sobre o principal problema de segurança em sua cidade, 45% dos catarinenses apontam tráfico e uso de drogas, seguido por roubos e assaltos (22%). Enquanto o primeiro índice á maior que o nacional, o segundo é menor.

Dentre a pessoas entrevistadas, 809 residiam em Santa Catarina, representando uma população estimada de 5.991.624 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas de Santa Catarina foi de 3,37%, com desvio padrão de 1,92%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Santa Catarina, da Região Sul e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

4.3.1 A percepção dos catarinenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (65%) dos cidadãos de Santa Catarina acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 34% afirmam ter piorado.

Quando os catarinenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 43% (2.555.290 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 32% (1.935.363 de pessoas) que irá permanecer igual e 20% (1.214.647 de pessoas) que irá piorar.

4.3.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos catarinenses

O levantamento do DataSenado mostra que 26% dos catarinenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela corrupção (23%) e pelo custo de vida (21%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os catarinenses é com tráfico e uso de drogas (45%), seguido por roubos e assaltos (22%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 9% dos catarinenses declaram que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas e outros 8% que foram roubados ou assaltados.

Em relação aos crimes digitais, 22% dos catarinenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

4.3.3 A maioria dos catarinenses não possui plano de saúde

Cerca de 20% dos catarinenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 1% (77.369 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 19% (1.167.063 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 27% dos catarinenses afirmam que sim e a maioria (73%) afirma que não.

4.3.4 Boa parte de Santa Catarina não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Santa Catarina 51% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 77% dos catarinenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (48%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (56%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 18% são favoráveis e a vasta maioria, 77%, é contrária.

A opinião dos catarinenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 63% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 33%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 24 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 10% dos catarinenses declaram ser de esquerda, 37% de direita, 10% de centro e 38% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

4.3.5 Perfil da população de Santa Catarina

5 Região Centro-Oeste

5.1 Resultados do Distrito Federal

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão do Distrito Federal é com saúde (35%), seguida pela corrupção (20%) e custo de vida (15%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam no Distrito Federal, representando uma população estimada de 2.529.424 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Distrito Federal foi de 3,77%, com desvio padrão de 2,4%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Distrito Federal, da Região Centro-Oeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

5.1.1 A percepção dos brasilienses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (59%) dos cidadãos do Distrito Federal acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 41% afirmam ter piorado.

Quando os brasilienses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 40% (1.022.419 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 33% (831.907 de pessoas) que irá permanecer igual e 24% (600.441 de pessoas) que irá piorar.

5.1.2 Saúde, roubos e assaltos dominam as preocupações dos brasilienses

O levantamento do DataSenado mostra que 35% dos brasilienses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela corrupção (20%) e pelo custo de vida (15%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os brasilienses é com roubos e assaltos (44%), seguido por tráfico e uso de drogas (30%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 14% dos brasilienses declaram que foram roubados ou assaltados e outros 11% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 27% dos brasilienses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

5.1.3 A maioria dos brasilienses não possui plano de saúde

Cerca de 31% dos brasilienses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 3% (86.202 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 28% (716.511 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 32% dos brasilienses afirmam que sim e a maioria (68%) afirma que não.

5.1.4 Boa parte do Distrito Federal não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que no Distrito Federal 50% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 81% dos brasilienses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (53%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (57%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 17% são favoráveis e a vasta maioria, 81%, é contrária.

A opinião dos brasilienses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 54% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 44%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 25 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 14% dos brasilienses declaram ser de esquerda, 30% de direita, 15% de centro e 40% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

5.1.5 Perfil da população do Distrito Federal

5.2 Resultados de Goiás

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão de Goiás é com saúde (30%), seguida pelo custo de vida (20%) e corrupção (18%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro. A preocupação com a segurança pública (8%) e com o emprego (6%), contudo, que aparecem em quinto e sexto lugar, respectivamente, no resultado estadual, são menores em relação às médias nacionais.

Dentre a pessoas entrevistadas, 809 residiam em Goiás, representando uma população estimada de 5.843.820 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas de Goiás foi de 3,72%, com desvio padrão de 2,22%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas de Goiás, da Região Centro-Oeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

5.2.1 A percepção dos goianos sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (69%) dos cidadãos de Goiás acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 31% afirmam ter piorado.

Quando os goianos foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 43% (2.485.234 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 34% (1.977.802 de pessoas) que irá permanecer igual e 17% (1.018.089 de pessoas) que irá piorar.

5.2.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos goianos

O levantamento do DataSenado mostra que 30% dos goianos apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (20%) e pela corrupção (18%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os goianos é com tráfico e uso de drogas (41%), seguido por roubos e assaltos (30%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 10% dos goianos declaram que foram roubados ou assaltados e outros 10% que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas.

Em relação aos crimes digitais, 22% dos goianos afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

5.2.3 A maioria dos goianos não possui plano de saúde

Cerca de 27% dos goianos declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 6% (336.439 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 21% (1.229.151 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 29% dos goianos afirmam que sim e a maioria (70%) afirma que não.

5.2.4 Boa parte de Goiás não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Goiás 60% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 81% dos goianos são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (54%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (52%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 17% são favoráveis e a vasta maioria, 79%, é contrária.

A opinião dos goianos, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 52% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 45%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 26 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 12% dos goianos declaram ser de esquerda, 34% de direita, 13% de centro e 36% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

5.2.5 Perfil da população de Goiás

5.3 Resultados do Mato Grosso

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão do Mato Grosso é com saúde (26%), seguida pela corrupção (20%) e custo de vida (18%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

Dentre a pessoas entrevistadas, 810 residiam em Mato Grosso, representando uma população estimada de 2.728.984 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Mato Grosso foi de 3,93%, com desvio padrão de 2,35%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Mato Grosso, da Região Centro-Oeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

5.3.1 A percepção dos mato-grossenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (65%) dos cidadãos do Mato Grosso acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 34% afirmam ter piorado.

Quando os mato-grossenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 39% (1.057.911 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 35% (948.405 de pessoas) que irá permanecer igual e 20% (552.014 de pessoas) que irá piorar.

5.3.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos mato-grossenses

O levantamento do DataSenado mostra que 26% dos mato-grossenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pela corrupção (20%) e pelo custo de vida (18%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os mato-grossenses é com tráfico e uso de drogas (31%), seguido pelo crime organizado (24%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 10% dos mato-grossenses declaram que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas e outros 10% que foram roubados ou assaltados.

Em relação aos crimes digitais, 28% dos mato-grossenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

5.3.3 A maioria dos mato-grossenses não possui plano de saúde

Cerca de 22% dos mato-grossenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 2% (67.641 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 20% (533.988 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 23% dos mato-grossenses afirmam que sim e a maioria (77%) afirma que não.

5.3.4 Boa parte do Mato Grosso não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Mato Grosso 57% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 78% dos mato-grossenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (44%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (54%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 12% são favoráveis e a vasta maioria, 86%, é contrária.

A opinião dos mato-grossenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 54% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 43%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 27 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 9% dos mato-grossenses declaram ser de esquerda, 36% de direita, 8% de centro e 41% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

5.3.5 Perfil da população do Mato Grosso

5.4 Resultados do Mato Grosso do Sul

A 21ª edição da Pesquisa Panorama Político mostra que a maior preocupação hoje do cidadão do Mato Grosso do Sul é com saúde (31%), seguida pelo custo de vida (19%) e corrupção (18%). Tais índices são estatisticamente equivalentes aos encontrados na pesquisa nacional, considerando as margens de erro.

Quando perguntados sobre o principal problema de segurança em sua cidade atualmente, 46% dos sul-mato-grossenses apontam o tráfico e uso de drogas, superando o índice nacional que é de 37%. Em compensação, roubos e assaltos são apontados por 22%, patamar inferior ao nacional (30%).

Dentre a pessoas entrevistadas, 809 residiam em Mato Grosso do Sul, representando uma população estimada de 2.160.817 pessoas. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada nas estimativas do Mato Grosso do Sul foi de 3,35%, com desvio padrão de 1,87%.

Para acessar as tabelas que comparam as estimativas do Mato Grosso do Sul, da Região Centro-Oeste e do Brasil, bem como suas respectivas margens de erro, vide relatório completo aqui .

5.4.1 A percepção dos sul-mato-grossenses sobre sua situação econômica atual e futura

A maioria (63%) dos cidadãos do Mato Grosso do Sul acreditam que sua condição econômica permaneceu igual ou melhorou nos últimos seis (6) meses , enquanto 36% afirmam ter piorado.

Quando os sul-mato-grossenses foram perguntados se a condição econômica deles iria “Melhorar” , “Permanecer igual” ou “Piorar” nos próximos seis (6) meses , 41% (881.092 de pessoas) acreditam que irá melhorar, 30% (655.357 de pessoas) que irá permanecer igual e 21% (460.691 de pessoas) que irá piorar.

5.4.2 Saúde, tráfico e uso de drogas dominam as preocupações dos sul-mato-grossenses

O levantamento do DataSenado mostra que 31% dos sul-mato-grossenses apontam a saúde como sua principal preocupação hoje, seguida pelo custo de vida (19%) e pela corrupção (18%).

Em relação aos problemas de segurança em sua cidade, a maior preocupação entre os sul-mato-grossenses é com tráfico e uso de drogas (46%), seguido por roubos e assaltos (22%).

A pesquisa também avaliou a incidência de violência sofrida pelos cidadãos. Observa-se que, em relação aos últimos 12 meses, 14% dos sul-mato-grossenses declaram que tiveram seus bens materiais destruídos por outras pessoas e outros 13% que foram roubados ou assaltados.

Em relação aos crimes digitais, 23% dos sul-mato-grossenses afirmam ter perdido dinheiro nos últimos 12 meses em função de algum crime cibernético, tal como clonagem de cartão, fraude na internet ou invasão de contas bancárias.

5.4.3 A maioria dos sul-mato-grossenses não possui plano de saúde

Cerca de 14% dos sul-mato-grossenses declaram ter tido dengue nos últimos 12 meses, sendo que 4% (93.209 pessoas) afirmam terem sido internados em razão da doença e 10% (213.914 pessoas) ter se recuperado em casa.

Quando perguntados se possuem plano de saúde, 28% dos sul-mato-grossenses afirmam que sim e a maioria (72%) afirma que não.

5.4.4 Boa parte do Mato Grosso do Sul não costuma acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado

O DataSenado investigou como anda o nível de acompanhamentos das discussões legislativas e verificou que em Mato Grosso do Sul 59% declaram não acompanhar os assuntos ou leis em debate no Senado Federal.

Em que pese esse aparente desinteresse pelos debates realizados no âmbito institucional, o cidadão posiciona-se de forma clara em relação aos temas mais relevantes em discussão na Casa. Dentre os assuntos investigados ao longo das 21 edições da pesquisa, o lucro da Petrobrás foi perguntado pela primeira vez. Observa-se que 77% dos sul-mato-grossenses são favoráveis à redução do lucro da Petrobrás para reduzir o preço dos combustíveis.

Também é amplo o nível de confiança nas urnas eletrônicas (53%) e de confiança de que o sistema de cotas para negros em universidades é justo (57%). O uso de maneira livre da maconha, por sua vez, é visto com mais cautela. Apenas 13% são favoráveis e a vasta maioria, 85%, é contrária.

A opinião dos sul-mato-grossenses, a exemplo do que ocorre no restante do país, se divide em relação à pena de morte. Para 51% a penalidade capital deveria ser implementada no Brasil e para 45%, não.

Tais temas, além de comporem a série histórica da pesquisa 28 , ajudam a compreender como pensa o cidadão. Em relação ao perfil ideológico, 16% dos sul-mato-grossenses declaram ser de esquerda, 31% de direita, 8% de centro e 38% afirmam não ter nenhum dos posicionamentos mencionados.

5.4.5 Perfil da população do Mato Grosso do Sul

6 Método da pesquisa

A pesquisa teve como população-alvo cidadãos de 16 anos ou mais, residentes no Brasil. Os participantes foram selecionados por meio de Amostragem Aleatória Estratificada 29 por unidade da Federação (UF). Os estratos foram definidos como sendo os 26 estados e o Distrito Federal. A alocação foi uniforme por estrato. A amostra total foi composta por 21.808 entrevistas, com cerca de 807 em cada estrato.

A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas telefônicas via CATI ( Computer Assisted Telephone Interviewing ). Nesse método, o entrevistador segue um roteiro que é disponibilizado em computador e composto por questionário estruturado, com questões objetivas e orientações para a condução da entrevista. Essa estrutura visa eliminar possíveis vieses, bem como maximizar a aderência dos cidadãos contatados à pesquisa. A duração média das entrevistas foi de 13 minutos.

Os números de telefone usados nas discagens foram selecionados aleatoriamente, respeitando o delineamento amostral a partir de cadastro de números habilitáveis disponibilizado pela Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel. As quantidades de números fixos e móveis sorteados na amostra foram estabelecidas de forma a garantir que, por estrato, a probabilidade de sorteio de qualquer número fosse a mesma, independente de se tratar de telefone fixo ou móvel.

Para compor a amostra, foram realizadas ligações telefônicas para todo o país. Atendido o telefone e, após verificar se o entrevistado pertencia à população-alvo, o entrevistador solicitava autorização para realizar a pesquisa.

Foram auditadas 20,68% das entrevistas, verificando itens como cordialidade, leitura fluente, marcação correta das respostas, não direcionamento das respostas, dentre outros aspectos de qualidade e imparcialidade durante a aplicação da pesquisa.

No cômputo dos resultados, foi aplicada técnica de análises de pesquisas com amostras complexas, que leva em conta três aspectos: taxas de respostas, probabilidades de seleção dos entrevistados e características sociodemográficas da população-alvo. Estes aspectos foram considerados na ponderação por meio do cálculo de três fatores, que, juntos, resultaram em peso amostral que permite obter estimativas para a população-alvo da pesquisa.

As estimativas das taxas de respostas, calculadas por estrato e tipo de telefonia, foram obtidas de forma equivalente à Response Rate 1 (RR1) da American Association for Public Opinion Research (AAPOR, 2023, p. 85-86), a partir dos metadados das discagens telefônicas, coletados no decorrer da pesquisa.

A probabilidade de seleção dos entrevistados foi calculada com base na quantidade de pessoas que compartilhavam cada uma dessas linhas e no total de linhas habilitadas alcançadas na pesquisa em relação ao total de linhas habilitadas no Brasil por UF, segundo as estatísticas mais recentes da Anatel.

Nos resultados nacionais, os pesos foram ajustados para refletirem a proporção da população por estrato, segundo as seguintes características sociodemográficas: sexo, raça/cor, idade, situação do domicílio (rural ou urbana), porte do município, condição de ocupação e escolaridade. Para tanto, foi utilizado o método rake , considerando:

  1. para as informações de sexo, raça/cor, idade, situação do domicílio, condição de ocupação e escolaridade: a distribuição da população brasileira de pessoas com 16 anos ou mais, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do 1º semestre de 2024;

  2. porte do município: a divisão, segundo os dados do Censo Populacional 2022, em três categorias: até 50.000 habitantes, de 50.001 a 500.000 habitantes e mais de 500.000 habitantes.

Quanto às margens de erro da pesquisa , o uso do método acima permitiu calcular a margem de erro de cada uma das milhares de estimativas divulgadas no relatório e nos anexos compostos por tabelas de dados. O nível de confiança utilizado nesses cálculos foi de 95%. Dessa forma, não existe uma única margem de erro para toda a pesquisa. Não obstante, considerando todas as estimativas para tabelas simples, sem cruzamentos, tem-se que, em média, a margem de erro observada foi de 1,22 pontos percentuais, com desvio padrão de 1,37 p.p..

Os percentuais foram arredondados seguindo o seguinte critério: para números com decimal menor que 0,5, foi mantida a parte inteira; e para números com decimal maior ou igual a 0,5, adicionou-se uma unidade à parte inteira do número. O uso desse método de arredondamento faz com que, em alguns casos, a soma dos percentuais de gráficos e de algumas colunas das tabelas seja diferente de 100%, para mais ou para menos, sem que isso implique em erro de cálculo.

Footnotes

  1. O relatório Notícias falsas e Democracia está publicado no site do DataSenado ↩︎

  2. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  3. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  4. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  5. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  6. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  7. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  8. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  9. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  10. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  11. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  12. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  13. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  14. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  15. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  16. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  17. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  18. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  19. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  20. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  21. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  22. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  23. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  24. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  25. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  26. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  27. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  28. A série história está disponível no painel da pesquisa disponível no site do DataSenado. ↩︎

  29. Delineamento amostral que ‘consiste na divisão de uma população em grupos (chamados estratos) segundo alguma(s) característica(s) conhecida(s) na população sob estudo, e de cada um desses estratos são selecionada amostras em proporções convenientes’ (BOLFARINE e BUSSAB, 2005, p. 93). ↩︎